quarta-feira, 26 de março de 2008

segunda-feira, 24 de março de 2008

quinta-feira, 20 de março de 2008

VISITA AO LABORATÓRIO

No dia 14 de Março, que é o Dia da Ciência, a nossa professora disse-nos que íamos visitar o laboratório de Física e Química para assistirmos a algumas experiências, que os senhores professores do 2º e 3º Ciclos tinham preparado para nós.

Ficámos muito contentes com a notícia.

Saímos da nossa sala situada no rés-do-chão do “bloco velho” e dirigimo-nos ao laboratório que fica no “bloco novo” da E.B.2,3/S de Carrazeda.

A primeira experiência que vimos, foi a seguinte: No interior do “bloco novo” puseram um fio preso, nas grades de protecção das varandas do 1º piso. Nesse fio colocaram uma garrafa de plástico, na horizontal, presa com dois arames. Depois um aluno do 10º ano colocou, dentro da garrafa, um líquido. De seguida com um isqueiro chegou fogo, através da rolha, a esse liquido e a garrafa deslizou pelo fio, com uma velocidade tal, que parecia um foguetão.

Depois disto entrámos no laboratório. Cheirava muito mal, cheirava a vinagre mas, lá nos habituámos àquele cheiro tremendo.

Num dos balcões podíamos ver uma experiência onde se faziam bolas saltitonas. Os alunos utilizaram água, vinagre e outros produtos com uns nomes muito estranhos.

Adicionavam esses produtos, em quantidades certas e resultava depois uma massa branca que moldavam formando assim uma bola, que saltava de verdade!



De seguida observámos como um ovo pode passar num recipiente de gargalo comprido em estreito. Colocavam um ovo cozido e descascado na “boca” desse recipiente. O ovo não passava. De seguida puseram dentro do recipiente algodão em chamas o ovo passou isto é, caiu para dentro do recipiente. Porquê? Porque com o calor o ovo mingou.



Isto estava a ficar divertido!


Outra das experiências a que assistimos foi como se faziam “pega-monstros”. Eram feitos com água, cola e um corante verde. Juntavam tudo num copo, mexiam com uma vareta, tiravam do copo, espremiam. O “pega-monstros” estava pronto. ( Esta foi a experiência onde nós mais interagimos e quase todos levamos um “pega-monstros” para casa).






Também vimos outra experiência em que colocavam num recipiente, um líquido cor-de-rosa, juntava-se-lhe um pouco de água e dentro do recipiente dava-se uma reacção e começava a sair de lá muita espuma.

Numa outra experiência, um professor entornou para um recipiente fermento e vinagre depois mexeu. Colocou na abertura do recipiente um balão que por sua vez começou a encher.

Havia outra experiência onde fizemos as nossas impressões digitais. Colocaram um recipiente numa máquina que dava ar quente. Tiravam e pousavam. Num papelinho, colocávamos o nosso dedo, indicador, com muita força. Punham o papelinho no recipiente algum tempo e quando o tiravam tinha lá a nossa impressão digital.

Agora é que vem a melhor. Entrámos numa sala escura. Um professor com uma caixa de peças fez um robô, ou melhor três. Dois deles andavam sem controlo remoto. Um seguia uma linha preta em cima de uma mesa o outro, andava num fio, que tinham colocado de uma parede à outra da sala, junto ao tecto. Este último, parava se puséssemos a mão à frente do sensor e passados 10 segundos começava a andar para o outro lado.

Um aluno mais crescido mostrou-nos outro robô que se colocava no braço e apanhava e pegava em objectos.

















Nessa mesma sala o professor mostrou-nos uma bola com características semelhantes a um ecrã da televisão. Esta bola fazia acender uma lâmpada florescente sem estar ligada a uma ficha eléctrica.



Por último vimos um vulcão em miniatura.

Uma professora deitou limalha de ferro para dentro do vulcão, adicionou-lhe um outro produto.













Mexeu um pouco e então começou a deitar uma espécie de lava incandescente como podemos observar na foto.












Gostámos muito de ir ao laboratório e ver todas aquelas experiências fantásticas.

Foi um dia espectacular!

Adorávamos poder repetir!


Trabalho elaborado pelos alunos do 4º ano de Carrazeda

Turma F

(Colaboração especial: Ana Filipa, Catarina, Joana, José Eduardo, Mafalda, Mariana, Rafaela e Tiago).

sexta-feira, 7 de março de 2008

Nada melhor que depois de uma refeição colher a sobremesa directamente na árvore!
Cruzeiro do Pombal situado na estrada que vai para o S. Lourenço

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Dia dos namorados



Gosto muito de ti
Mas não sei como te dizer
És tão bonita
Que pareces a lua a nascer.

Sonho contigo
Nas noites de luar
Lá és tão linda
Que pareces uma noiva a noivar.

Eu gostava
Que fosses minha namorada
Porque és gentil
E muito delicada.



Pedro Lages
Pólo de Fontelonga








sábado, 23 de fevereiro de 2008

Concurso de desenhos


Hoje no pólo do pombal fizemos um concurso de desenhos.
Os participantes foram os meninos do 4º ano. Os meninos do 3º, 2º e 1º deram uma pontuação de 1 a 10 aos desenhos participantes, sem saberem de quem eram os trabalhos.
De forma coerente o pequeno júri decidiu que o vencedor seria o desenho feito pelo Jorge Esteves que aqui apresentamos.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Ao acaso...

" Se eu estivesse dentro do meu coração, com uma varinha mágica fazia um castelo bem grande, e mais nada... "
Tiago Filipe Ferreira Guerra 1º ano Turma J Pombal

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Banda desenhada

Rafaela (4º Ano Turma F)

Como escrever ... um texto sem repetições

Uma paixoneta

Era de noite, a Ana estava a ver a novela quando de repente, a mãe ordenou:
- Já são dez horas Ana, por isso desliga a televisão e pousa o comando.
A Ana desligou a televisão e pousou o comando na mesinha de cabeceira.
- Ai, ai, estás a magoar-me comando. – Comentou a mesinha de cabeceira. Pois, ela não gostava do comando, mas ele tinha uma paixãozinha por ela e não queria admitir.
O comando murmurou:
- Sempre resmungona, mas eu gosto de ti assim.

Certo dia, o comando, estava no seu escritório a fazer um desenho que dizia:

AMO-TE
MESINHA

Sem o comando dar por isso , a mesinha entrou e viu esse desenho.
- Óh! Que romântico. Também te amo comando! Pensou a mesinha com uma lágrima no olho.
O comando ao vê-la a ler ficou atrapalhado.
- O que estás a fazer? – Interrogou.
- Eu amo-te comando. Queres namorar comigo? Propôs a mesinha.
Claro que sim. És o meu amor. Acrescentou o comando.
Casaram e ficaram muito felizes…

Catarina 4º (Ano Turma F)



A Revista e o livro


Um belo dia encontraram-se o livro e a revista:
- Bom dia livro!
Olha-me esta atrevida – pensou o livro. Quem julgas tu que és para falar para mim, simples e brega revista? Interrogou o livro.
- Deves achar-te muito importante, livro?! - Inquiriu a revista.
- Claro. Não é por acaso que eu sou escolhido pelos mais cultos!
- Pois eu sou requisitada por toda a gente, tenho sempre novidades fresquinhas. - Exclamou a revista.
- Pois, és aperciada da pelos incultos, fica com as tuas intrigas que eu continuo a dedicar-me a transmitir cultura. - Respondeu o livro arrogante, abandonando a conversa.

Tiago (4º Ano Turma F)

O Carnaval



Antigamente ,no Carnaval, as pessoas não se mascaravam como agora! Vestiam roupas velhas (normalmente escuras) e tapavam a cara com lenços e rendas, eram os chamados “caretos”.
Juntavam-se algumas pessoas e passeavam pelas ruas fazendo brincadeiras. À noite iam ver o Pai da Fartura rebentar e lia-se a sentença, que é uma espécie de critica à sociedade, em forma de verso.
Agora é tudo muito diferente: Já se compram os fatos de princesa, super-homem, palhaço, etc. também se usam pinturas e purpurinas para as pessoas se pintarem.
Realizam-se desfiles com os Zíngaros, Escolas de Samba, fogo de artifício e até se deita farinha, ovos água para as outras pessoas.
À noite vê-se o Pai da Fartura rebentar para manter a tradição de antigamente.
Como vêem a diferença é muita e as pessoas divertem-se de maneira diferente.

Mafalda (4º Ano Turma F)

Carnaval


Antigamente o Carnaval chamava-se Entrudo.
As pessoas faziam as suas próprias máscaras e vestiam-se com roupas velhas.
A minha avó Inocência , tinha no sótão muitas roupas velhas.
Algumas raparigas e rapazes iam a casa da minha avó para ela os vestir. Uns vestiam-se de mulheres outros de homens, ela fazia-lhes uma marreca nas costas, um rabo grande , outros com barriga de grávida e mamas grandes, tapavam a cara com farrapos velhos faziam os olhos e a boca com buracos e tapavam as mãos com meias velhas .
Depois iam pelas ruas das aldeias mascarados e faziam partidas às pessoas.

Mariana (4º Ano Turma F)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

S. Valentim visitou a escola de Selores

Como o dia apelava ao amor e à poesia os alunos deram asas à sua criatividade e o resultado foi este:



Obrigado S. Valentim!!!
por nos teres dado este dia
gostamos muito de ti
com carinho e alegria
Lusa Raquel 4ºano




O amor do S. Valentim
e tão quente como a paixão
como a brisa do mar
no meu coração
Tiago 4ºano



Eu quero namorar contigo
ter muita felicidade
mas para chegar aí
terá de haver muita amizade
Ana Cristina 4ºano


Quem tiver namorado
um cartão lhe pode dar
quem não tiver
dá a um familiar
Patricia 4ºano

Dia de S. Valentim
dia tão abençoado
vou escrever uma carta de amor
e dá-la ao meu namorado
Jéssica 2ºano



Neste dia especial
dia dos namorados
há troca de prendas e beijinhos
mesmo entre os que estão casados
Tânia 2ºano



Se eu tivesse um namorado
dava-lhe uma flor
um beijo e um abraço
e uma carta de amor
Lucas 2ºano


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

A Lenda dos Três Rios

Era uma vez três rios que nasceram em Espanha. Chamavam-se Douro, Tejo e Guadiana. Estavam um dia a contemplar as nuvens e perguntaram-lhes donde vinham.

- Do mar - responderam elas. - É o nosso pai e o nosso avô.

- Onde fica o mar? - perguntaram os rios.

- Lá longe, em Portugal - responderam as nuvens.

- É grande?

- É, é muito grande.

- Havemos de ir ver o mar.

E combinaram que no dia seguinte iriam os três ver o mar. Assim fizeram.

O Guadiana acordou primeiro e lá foi calmamente, contemplando os montes e as belezas que o espreitavam, e escolhendo os caminhos por onde passava, ao chegar a Vila Real de Santo António parou maravilhado. O segundo foi o Tejo. Quando acordou já o sol ia alto. Começou a andar depressa, quase não escolhendo caminho, mas, quando entrou em Portugal, pensou lá consigo que já deveria ter muito avanço e lembrou-se de gozar as campinas e os montes, espreguiçando-se nas margens planas, antes de se lançar nos braços do avô. O Douro, quando acordou e se viu só, nem esfregou os olhos. Partiu à pressa por desfiladeiros e precipícios, não escolhendo caminho, nem pensando em gozar a natureza.

Assim foi ele que, muito sujo e enlameado, chegou em primeiro lugar. E assim é também que os nossos três rios mais importantes têm características diferentes
retirada daqui pela escola do Pombal turma J1

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

O Inverno

É uma estação do ano em que os dias são mais pequenos e há menos bicharada. No Inverno, as pessoas acendem fogueiras para não terem frio. Os meninos vestem roupas grossas para irem brincar com a neve e fazer muitos bonecos. No Inverno alguns animais vão para países mais quentes e algumas árvores ficam despidas.
Nesta estação costuma chover muito.
Rafael - Turma D
Carrazeda – 3º ano

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A fada Oriana

"Oriana espreitou para dentro do casebre. A mulher do lenhador estava sentada no chão e tinha o filho a dormir no colo. Estavam os dois tão pálidos e tão magros que Oriana mal os reconheceu. Não havia nem cama, nem colchão, nem banco, nem móvel nenhum. Havia só, a um canto, um monte de trapos.
Oriana sentiu os olhos encherem-se de lágrimas. Sentiu um nó na garganta e um terrível peso sobre as suas costas. Era como se tivesse umas asas de chumbo."
Sofia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana.

Repara nas três expressões que mostram a tristeza da fada: "nó na garganta"; "peso sobre as suas costas"; "asas de chumbo"

EB1 Pombal - Turma J1

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Biografia de Brites de Almeida

Chama-se BRITES de ALMEIDA.
Nasceu em Faro no Algarve em 1350.
Ficou órfã e gostava de andar à pancada quando era pequenina.
Esteve em Argel, em África, e foi padeira em Aljubarrota.
Participou na batalha contra os castelhanos e ainda matou sete, que se tinham escondido dentro do forno, com a pá. Ganhou a admiração de todose ficou conhecida pela padeira de Aljubarrota.
Casou com um humilde lavrador em 1389 e não se lhe conhecem filhos.
Vivem o resto dos dias em Aljubarrota e morreu em paz junto do seu lavrador.
A Brites de Almeida foi corajosa e merece todo o nosso respeito.

Turma J1 da EB1 do Pombal, após pesquisa na Internet - http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=1124, http://www.vidaslusofonas.pt/brites_de_almeida.htm

A fada Oriana

«Que difícil que é a vida dos homens»., pensou Oriana. «Eles não têm asas para voar por cima das coisas más»

(de Sofia de Mello Breyner "A fada Oriana")

(A história que estamos a ler na turma J1 da Eb1 do Pombal)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Quadras

I
“Sape, gato!", lambareiro,
Sai da frente da lareira.
Vai miar para o telhado,
Caçar ratos p’ro palheiro.

II
Bufa, todo assanhado,
O gato da tia Inácia.
Por coisa boa, não é.
Quem o terá maltratado?

III
“Atirei com o pau ao gato”,
Não é coisa que se cante.
Mesmo sendo a brincar,
Não o ensine ao gaiato .

IV
Vem daí, minha gatinha,
Não paraste de rosnar.
Há muito pingas de sono,
Vamos deitar na caminha.

Fernando Augusto de Figueiredo
do livro: Pombal de Ansiães: A terra e a memória
(turma J1 da EB1 do Pombal)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Lista de palavras da letra G.



Somos os meninos do 1º ano e, sempre que damos uma letra nova,
costumamos fazer uma lista de palavras no quadro. Hoje decidimos partilhar no blog esta aventura...



gago - galo - gato - gola - galinha - gorro

golpe - Tiago - Gabriel - Graça - água

gaveta - inglês - galeria - gaivota

gota - Augusto - Gonçalo - gafanho

gaiola - gazela - estômago - gabinete

águia - garfo - Guerra - morcego

lagarta - garrafa - Guadiana - golo

1º ano/ Turma j/ Pólo de Pombal

sábado, 12 de janeiro de 2008

O Inverno

O Inverno é frio,

o inferno é quente

o inverno arrefece-nos

e o inferno assusta a gente.

Ana Patrícia Afonso Morais


Inverno fria estação

não me deixas ver o sol

fazes -me vestir muita roupa

luvas , gorro e cachecol.

Francisco Miguel Ferreira Guerra


Inverno tão frio és

vai te embora não te quero mais

deixa vir a Primavera

com sol , flores e pardais.

Tatiana Vanessa Gonçalves Carvalho


Inverno és tão rigoroso

congelas o meu nariz

fazes recolher toda a gente

o coelho,a lebre e a perdiz.

Ana Sofia Dos Santos Moreira


3º ano turma J/ Pombal

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

A Bela Adormecida

Era uma vez uma família rica que teve uma filha. E no dia do baptizado os pais disseram todos entusiasmados:
- Olhai a minha menina que acabou de nascer!
De repente chegam as fadas, e então uma exclamou:
- A vossa filha já é muito bonita e quando crescer vai ser muito, muito mais bonita!
E a outra lançou um feitiço sobre a menina dizendo:
- Quando ela crescer vai-se picar e cair adormecida e nunca mais vai acordar. Ah!... Ah!... Ah!...
Então os pais com medo que isso acontecesse nunca mais deixaram as pessoas utilizar fusos de fiar ou rocas só para proteger a filha.
Passado alguns anos, quando a princesa Bela já era mais crescidinha foi passear sozinha no jardim. De repente viu uma velha senhora com um fuso a fiar lã… Então Bela perguntou:
- Olá minha Sr.ª posso ajudá-la?
E a Sr.ª disse que sim.
Bela sem desconfiar de nada pegou no fuso e picou-se, e conforme a fada má tinha dito Bela caiu adormecida no chão.
Passados alguns anos apareceu no jardim um belo príncipe que viu Bela e logo se apaixonou dizendo:
- Aquela rapariga é tão bonita…
Deu-lhe um beijo e com o seu amor quebrou o feitiço fazendo assim com ela acordasse e Bela ao ver o príncipe também se apaixonou por ele.
Passaram 2 meses, eles decidiram casar. Então o rei todo entusiasmado exclamou:
- Vinde todos, vinde todos! Hoje é o casamento da minha filha. Vinde todos!…

E viveram felizes para sempre!!!

Susana - 4.º ano - EB1 Pombal -turma J1

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Fada Oriana

"- Vai pela floresta fora e vê o mal que fizeste. Vê o que aconteceu aos homens, aos animais e às plantas que tu abandonaste. A olhar para ti esqueceste-te dos outros. Só tornarás a ter asas quando tiveres desfeito todo o mal que fizeste. Só tornarás a ter asas quando te esqueceres de ti a pensares nos outros."


(do livro "A fada Oriana de Sofia M. B. Andresen)
Turma J1 - EB1 Pombal


Sem preconceitos 2


quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

É tempo de acabar com os preconceitos!


EB1 do Pombal - turma J1 - Susana 4.º ano

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terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Hoje o texto que lemos foi escrito pela Luísa Ducla Soares .

Esta senhora escreve livros para crianças.

Como somos curiosos,e gostamos de saber mais fizemos uma pesquisa na internet e descobrimos muitas novidades acerca desta escritora.

Se quiserem tambem saber mais cliquem no nome dela.



Luísa Ducla Soares



3ºano /turma J/Pólo de Pombal

A vendedora de fósforos

Estivemos a ler a história da "Vendedora de Fósforos" de Hans Christian Andersen.
É uma história muito triste que conta como uma menina teve de sair de casa para vender fósforos com neve e muito frio. Ela acabou por morrer gelada, mas com um sorriso nos lábios.
Lê aqui toda a história.
Sabe mais sobre Hans Christian Andersen

Pólo do Pombal - turma J1

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Migalhas - 1.º página

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Migalhas - Magusto


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Migalhas -Projectos



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Migalhas - Ler é divertido



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Migalhas - Poesia e prosa


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Migalhas - recolhas



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