terça-feira, 17 de junho de 2008

As nossas expressões...

Na EB1 de Selores
Somos muito brincalhões
Pintamos, colamos e rimos
Nas aulas das Expressões.

Somos uns grandes artistas
Com lápis, tesoura e cola
Enfeitamos os placards
Alegramos a escola.




EB1 de Selores







Uma visita de estudo a Bragança - no quadro interactivo





Pombal Turma J1

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O fogo



Há muito tempo, o homem pré-histórico inventou o fogo.
O fogo é feito por combustão que é igual a combustível mais oxigénio.
Começaram a utilizar o fogo para proteger os animais, para se proteger a si mesmos do frio, para cozinhar, para fazer armas.
O fogo tem algumas desvantagens e vantagens como o aquecimento, a iluminação, para cozinhar, e para certas indústrias como por exemplo: a do vidro, a de automóveis, a de materiais, a do têxtil…
As desvantagens são: incêndios nas florestas, nas casas, provocam queimaduras e uma das piores desvantagens é que utilizam o fogo para fazer armas.
Sem o fogo era difícil viver nos dias de hoje.




Susana 4º.ano Turma J1
EB1 Pombal

As aventuras de Ali Kate


- Aaaaah! Que bela manhã! Acho que vou passear. E que tal irmos à Euro Disney? – perguntou Ali Kate a si mesmo.
Passado uns segundos chegou ao seu destino.
- Uaaaaauuu! Que giro. Bem agora vamos lá ver quem levo comigo. Já sei, levo o Mickey. Olá Mickey, queres vir passear comigo?
- Quero, claro!
- Agora vamos para outro sítio que é nada mais, nada menos que… Marteeee!
3, 2, 1, 0. Partiida...
Ali Kate disse:
- Já estamos quase a chegar, porque já atravessámos a atmosfera.
Já em Marte… Aaaah!. Macacos me mordam, é mesmo verdade estou em Marte. Brincaram um pouco com «Extraterrestres» e levaram com eles um amiguinho chamado Spike.
Levantaram voo, mas quando chegaram às estrelas houve uma avaria ao pousar na ponta de uma estrela. O Spike todo assustado saiu do tapete voador fazendo assim com que perdesse o equilíbrio. Mickey e Ali Kate caíram.
- Ai, ai, ai, ai! Socorro…
Driiiiimmm!!
- Ufa, foi só um sonho!!!
Susana 4º.ano Turma J1
EB1 Pombal

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Santos Populares

O mês de Junho chegou
Com ele os santos de animação
S. Pedro e S.to António
E também o S. João


Fogueiras e mangericos
Foguetes a estalar
Vamos todos para a folia
Vamos cantar e bailar


É grande a alegria
Nos bairros e ruelas
Todos brincam e cantam
Mangericos às janelas


Na noite de S. João
Vou para a rua brincar
Com alho porro bater
Até a manhã chegar


Caldo verde e sardinha assada
Nas barraquitas vou saborear
Música e estalidos
balões a subir no ar


S. António de Lisboa
É seu Santo padroeiro
Dizem que as moças o adoram
Por ser o Santo casamenteiro.


S. João és no Porto
festejado sem igual.
No entanto és lembrado
Em todo o Portugal.


Em Macedo é o S. Pedro
Padroeiro da cidade
concertos e tasquinhas
alegram a mocidade


Na Escola fizemos quadras
a lembrar os três santinhos
mangericos e balões
enfeitados com lacinhos.


ESCOLA EB1 de SELORES.

Ser Criança

Ser Criança é poder
na rua correr
saltar e brincar
é sentir-se feliz
enquanto petiz.
É poder dizer não
aquilo que dói
contar com uma mão
aberta e com pão.
É poder dizer sim
ao amor e carinho
sempre amparado
num terno abraço
da mãe seu regaço.
É chutar à bola
livre como o vento
livros na sacola
solto o pensamento.
É esperar tudo
do mundo em mudança.
Gritando bem alto.
QUERO SER CRIANÇA!


Escola EB1 de Selores.

terça-feira, 10 de junho de 2008

A Fábula dos feijões Cinzentos


Há muito tempo havia um reino chamado Jardim-à-Beira-Mar-Plantado.
Esse reino era habitado por feijões.
Um dia o feijão Carrapato roubou o sol, o feijão Frade roubou o ar e o feijão Fidalgo roubou a água aos outros feijões.
Nesse reino moravam também os feijões: Frade, Vermelho, Carrapato, Rajado e outros.
As mulheres eram as Feijocas.
Quando estes feijões se lavaram com as gotas de água que sobraram viram que estavam cinzentos.
Nos livros estava escrito que o Sol era a liberdade de criar, o Ar era o direito de pensar e a Água era a obrigação de distribuir.
Viveram quarenta e oito anos assim.
O feijão Vermelho começou a dizer baixo aos ouvidos dos outros:
- Camaradas, a maioria de nós andamos secos e sem coisa nenhuma e outros têm, sol, água e ar à fartura, não pode ser!
As palavras que não se podiam dizer era: Liberdade, Igualdade, Fraternidade, Justiça e muitas outras.
O feijão Galego pôs-se a gritar:
-Socorro, Socorro!
Os feijões que mandavam no reino iam ouvir para as portas para ver se falava mal deles.
O feijão Carrapato inventou um lápis com dentes afiados e azul para comer as palavras que não gostava, levando-as para a prisão das palavras luminosas.
Também na terra do avô do feijão Preto os primos destes berravam:
- Ide-vos embora queremos nós mandar na nossa terra.
E assim mandaram os feijões para lutaram contra eles. Nessa guerra morreram muitos feijões.
Os feijões reuniram-se e como as raízes dos mandriões estavam podres, deram-lhe um grande empurrão, caíram por terra que nunca mais se levantaram.
A partir desse dia nunca mais ninguém roubou o sol, a água e o ar.
Os cravos vieram morar nas ruas, no calendário dos portugueses a História pôs uma rodinha no 25 de Abril de 1974 – Dia da Liberdade.

Pedro Lages


Pólo de Fontelonga

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Oficina de leitura

O casamento da franga

Diz o galo para a galinha
Vamos casar a nossa filhinha?

A nossa filhinha casada está
O enxoval de onde virá?
Diz a aranha que está no aranhal
Que está pronta para dar o enxoval

O enxoval já nós temos cá
A madrinha de onde virá?
Diz a cabra que estava na vinha
Que está pronta para ser a madrinha

A madrinha já nós temos cá
A dançarina de onde virá?
Diz a mosca que anda no ar
Que está pronta para dançar

A dançarina já nós temos cá
O gaiteiro de onde virá?
Diz o burro que está no palheiro
Que está pronto para ser o gaiteiro

O gaiteiro já nós temos cá:
O casamento vai-se fazer já

(texto do manual "A pasta mágica" do 4.º ano da escolaridade)

Cantiga

Todas as galinhas
sabem bem festejar
Cristas para baixo
penas para o ar

Quando estão cansadas
Da festa vão sair
E numa grande fila
Para o ninho vão sair

(cantiga adaptada de "todos os patinhos")

Fotos da exploração e do teatro



Pólo de Pombal

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Dia da Segurança

No dia 29 de Maio fomos a Carrazeda para participarmos numa actividade sobre segurança. O transporte que utilizámos foi um autocarro da Nordestina.
Chegámos ao recinto da feira onde já estavam as escolas do 1.º ciclo e Pré-Escolar e muitos agentes da GNR. Os carros, os cães e os cavalos indicavam que alguma coisa importante se ia passar.
Os pastores alemães sentaram-se, deitaram-se, rebolaram-se, correram à volta do policia. O pastor alemão defendeu o policia do bandido. O cão labrador encontrou a droga na mala. No fim, os alunos fizeram-lhe festas.
Os cavalos fizeram um aquecimento e em seguida as crianças fizeram-lhe “festinhas”. Alguns até puderam montar nos cavalos.
Um carro tinha um computador para ver todas as coisas relacionados com os veículos a inspeccionar. Um policia ligou as sirenes, as luzes eram azuis e davam vários tipos de sons.
Mas o melhor foi a mota. Foi tão divertido que até a professora andou nesse veículo. Foi a primeira vez na sua vida.
Num carro, podemos fazer o teste de álcool.
Regressámos à escola por volta do meio dia e depois do almoço cantámos os parabéns à professora Amélia. Foi divertido e aprenderam-se muitas coisas sobre segurança.

(imagens retiradas do quadro interactivo)



Turma J e J1 de Pombal

terça-feira, 27 de maio de 2008

Quem sou eu?





EB1 do Pombal - turma J1

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Esplorando as mudanças de Estado Fisico das substâncias

No dia 21 de Maio concretizou-se a última aula de experiências com a professora Lídia, Filomena, Amélia e Graça.
Fizemos experiências com o gelo.
Medimos a temperatura ambiente, medimos a temperatura numa caixa com gelo e numa caixa com água aquecida.
Depois efectuámos as nossas experiências para verificar quais as substâncias (azeite, álcool, mel, leite, sal, manteiga) que alteravam o seu estado físico.
Verificámos que o leite, o mel, a manteiga e o azeite congelaram.
O álcool e o sal não congelaram, ficaram na mesma.
Perante todas as experiências que fizemos concluímos que para distinguir os materiais líquidos dos sólidos é necessário que se verifique se fazem gotas;com diversos materiais verificámos que o efeito da temperatura influencia o estado físico de algumas substâncias e que a massa de um cubo de gelo influencia o seu estado de fusão.
EB1 de Pombal
Turma J e J1



Turma J



Turma J1

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Compostor

A escola do 1º Ciclo em conjunto com o Pré- Escolar de Vilarinho da Castanheira, construíram um compostor, num recanto do recinto escolar.




O que é o compostor?


- " Um sitio para se transformar o lixo em estrume." Luís, 1º ano


- " Pomos lá as cascas das bananas." Lia 1º ano


- " Serve p'ra botar as cascas." Beatriz, Pré- escolar


- " Serve para fazer terra boa para a jardinagem e para proteger o ambiente." Carlos, 4º ano


- " Para pôr os restos dos frutos, hortaliças e vegetais que se vão transformar em estrume." Sara, 4º ano


- " Todos os dias pomos as cascas no compostor para depois fazermos a plantação." Sara e Lúcia, 2º ano



segunda-feira, 19 de maio de 2008

Imagina que vivias num jardim. Como seria ele?


Se vivesse num jardim gostaria que ele fosse verdinho com repuxo e canteiro de flores .
Gostava que houvesse um parque ao lado e que o jardim tivesse flores .
O jardim seria a minha casa.
Os médicos dizem que faz bem as costas dietarmo-nos na relva de um jardim .
Não gostava que poluissem os jardins .
Há muitos jardins, mas há os jardins que não são jardins, são os jardins de infância.
Lucas Simões 2º ano

Eu se vivesse num jardim gostava que fosse muito bonito.
Gostava que tivesse muitas flores de muitas cores como o arco-íris, que era para eu brincar com os meus amigos.
Com essas cores todas podia fazer muitos arranjos de flores. Depois podia vender os arranjos para ganhar algum dinheiro e assim aumentar o meu jardim para ter ainda mais qualidades de flores.
Nesse jardim eu gostava que houvesse um lago com muitos peixinhos de várias cores. Não queria que houvesse urtigões porque isso pica as pessoas. Gostava que tivesse umas lindas e grandes árvores para jogar às escondidas com os meninos da minha escola e com as professoras.
Para mim seria o jardim mais lindo e divertido do mundo.
Jessica 2º an0

O meu jardim seria ao pé da minha casa.
Eu gostava que o jardim tivesse muitas flores.
Eu e a minha mãe regaríamo-lo todos os dias. Tambem gostava que tivesse uma cerejeira para que quando chegasse a Primavera termos cerejas para colher.
O meu jardim teria um tanque com peixinhos vermelhos e verdes.
Não deixaria que os cães pisassem o meu jardim. Haveria um banco para a minha família se sentar e repousar nas tardes quentes de Verão.
O meu jardim nunca teria ervas daninhas porque eu andaria sempre a arrancá-las.
Tânia 2º ano

Turma L/ eb1 de Selores

quarta-feira, 14 de maio de 2008

A minha letra preferida

Eu gosto muito da letra M porque é a letra do meu nome e da minha mãe e do meu pai. Com o M também se escreve mar que é lindo e o M de Margarida, nome de flor.

Marta - 1º ANO

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A minha letra preferida é o T, porque é do meu nome e da Tatiana.
O T para mim é muito especial.
Eu adoro o T.

Tiago 1.º ano


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A minha letra preferida é o H.
O H não se lê. Mas eu gosto de escrevê-la.
Com ela posso escrever muitas palavras como hipopótamo, hiena, hoje.

Cândida - 1.º ano


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A minha letra preferida é o S, porque é a letra do meu primeiro nome.

Sabrina - 1.º ano

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EB1 Pombal - turma J
14-5-2008

O meu fruto preferido

A minha fruta preferida é a maçã.
A maçã é colhida da macieira no Verão no mês de Agosto e Setembro .
As maçãs quando estão maduras são amarelas.
Eu tiro-lhe a casca e como-as.
Que boas !

Marta Araújo – 1º ano
______________________
O meu fruto preferido é a cereja .
A cereja vêm da cerejeira .
O meu pai tem umas cerejeiras em Paradela.
No mês de Maio é quando há cerejas .

Cândida 1.º ano
_____________________

O meu fruto preferido é a maçã.
A maçã é vermelha, amarela e verde.
Eu gosto da maçã porque sabe bem e nos faz bem com casca à saúde.
A maçã vem da macieira.

Tiago – 1º ano
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EB1 Pombal
12 de Maio de 2008

As nossas cartas

Lavandeira, 13 de Maio de 2008
Querido primo Tiago
Como tens passado?
Estás bem?
Eu já ando no quarto ano. E tu quando voltas a Portugal? Já pensaste vir para Portugal!
O meu pai anda a trabalhar no campo, a minha mãe está em casa a trabalhar, os meus irmãos perguntaram por ti e eu disse-lhes que estavas bem.
A minha professora chama-se Fernanda e é muito simpática e não ralha com os seus queridos alunos só que às vezes os alunos também fazem barulho e a professora arrelia-se com todos.
Tenho muita pena que não estejas aqui, na Lavandeira.
Espero ansiosamente pela tua vinda.
Um beijo da tua prima
Catarina


Beira Grande 14 de Maio de 2008
Querido amigo,como tens passado?
Eu tenho passado bem. Como tu sabes, eu ando no 3º ano mas não sei se vou passar de ano.
Quero convidar-te para a festa do Santo António que se realiza no dia 13 de Junho, aqui na Beira Grande.
Vamo-nos divertir muito. Vamos brincar, jogar, beber coca-cola e sumos e dançar.
À noite podemos ver os foguetes e o homem que os vai deitar. Espero que sejam bonitos!
Tenho mais uma notícia para te dar. Sabes quem vai tocar? É o Quim Barreiros. Aposto que nos vamos divertir muito.
Espero ansiosamente pela tua carta.
Um abraço do teu amigo
Daniel
Turma L1/ Eb1 de Selores
Trabalhos de: Catarina 4º ano e Daniel 3º ano

A água




A água apetece
Quando está muito calor
Mas, só a devemos beber
Se estiver incolor

Quando tiver sabor
Cuidado. Está estragada!
Para ser insípida
Não pode saber a nada.

Se cheirar bem ou mal
Não a deves beber
Inodora, isto é sem cheiro
É como a água deve ser.

Todos cá na escola
Estamos motivados
Para não desperdiçar água
Porque já fomos bem alertados

Poesia colectiva 1º e 2º anos E.B.1 de Selores- Turma L

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O Aquecimento Global


Nestes últimos meses não tem chovido, tem estado tudo seco.
Em alguns sítios até houve muitos incêndios e aconteceram também mais coisas:
queimaram florestas que é um dos sítios onde há muitas árvores e estas é que nos dão oxigénio e estes causam também o Aquecimento Global derivado do dióxido de carbono que os incêndios enviam para a atmosfera.
Mas depois de tanta tristeza chegou a chuva e melhorou tudo.
Embora, muitas das pessoas não gostem dela, é essencial para as flores, para as árvores, para a relva, para as verduras, para o homem e para os animais que vivem debaixo de água.


Susana 4ºano
EB1 Pombal turma J1
(esta redacção foi feita dia 19/11/2007)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O meu fruto preferido.

Eu gosto de toda a fruta, mas o meu fruto preferido é o morango. Com os morangos podem-se fazer bons batidos ,doce de morango e muitas coisas deliciosas.
Os frutos são de várias cores e feitios.
A minha madrinha faz salada de fruta com vários frutos.
Eu gosto muito de apanhar os frutos directamente das árvores.
Com alguns frutos também se podem fazer bebidas como por exemplo: vinho de consumo e o nosso vinho do Porto que é famoso em todo mundo.
Eu ontem em casa da minha madrinha comi salada de morangos .
Há frutos em todas as épocas do ano no Outono, no Inverno, na Primavera e no Verão.
Os frutos também se podem secar e depois de secos são muito bons.
Alguns frutos para serem colhidos tem que se subir muito alto às árvores.

Tânia Carvalho 2º ano EB1 de Selores





O meu fruto preferido é a manga.
A manga é cor de laranja. Uma vez o meu pai levou uma manga para casa e se não fosse eu a comê-la ninguém lhe tocava.
A manga sabe a resina e eu não sei do que será.
Será qua a manga tem resina?
Lucas Simões 2ºano EB1 de Selores

quinta-feira, 8 de maio de 2008

A Natureza

O mundo está cheio de surpresas para ver.

Cravos lindos a brilhar sob o Sol, borboletas a voar no céu.

O mundo está no meio da Natureza.




Cândida e Marta 1.º ano EB1 Pombal, turma J

Retrato

O meu professor

O meu professor chama-se José Alegre Mesquita e tem 49 anos.
Conheci-o na escola.
O rosto dele é magro, os olhos dele são castanhos, a forma é redonda, a boca é média, a forma dos lábios é normal, os lábios são grossos, os dentes são um pouco tortos. A cor do cabelo é preto, é liso e curto.
O nariz é curto e achatado, é alto e um pouco gordo.
A maneira de ser dele é simpático, alegre, brincalhão e meigo.

E eu gosto muito dele!


Susana 4º ano
Turma J1 EB1 de Pombal

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Para a minha amiga de Espanha

Olá Joana:

Estou com poucas saudades porque és muito chata, mas, na verdade, estou com muitas saudades. Acho que vou aí no Verão para irmos à praia, à piscina e ao parque andar de patins que é muito divertido. E tu? Podes cá vir no Natal.
Eu sei que estivestes cá neste Natal que passou. Eu não te vi. Foi pena!
Olha, a cadela da minha tia tem filhotes e o teu tio está no hospital. Isso não é bom, mas de resto está tudo bem.
Olha, deram- me um cão e eu dei-lhe o nome de «Lobo» como tu querias dar ao outro. E tu ainda tens o Bolinhas?
Vou despedir-me, mas não te livras de mim.

Gosto muito de ti.

Do Jorge Esteves.
28-04-2008
EB1 Pombal turma J1

terça-feira, 29 de abril de 2008

A visita à Feira do Livro

Plano da redacção:

1. Transporte
2. Livros
3. Escritora
4. Histórias que contou
5. Regresso


Os meninos do Primeiro Ciclo do Concelho de Carrazeda de Ansiães foram à Feira do Livro no dia 28 de Abril, de tarde.
Às treze horas e cinquenta minutos, veio o autocarro da Nordestina para nos levar aos Bombeiros, onde fica a Feira do Livro.
Ao chegarmos, vimos muitas prateleiras com vários livros. Alguns meninos até compraram, outros só viram. O professor aconselhou a ler os livros que tinham a etiqueta “Ler +”.
A escritora que foi convidada chama-se Cidália da Conceição Azevedo Fernandes. Nasceu em Vieiro, concelho de Vila Flor, no dia 14 de Março de1961. Viveu também no Pinhal do Norte em Carrazeda.
As histórias que nos contou foram:
Alberto e a árvore de Natal,
Alberto na Antárctida.
Ela está a escrever um livro sobre o Dia Mundial da Criança. A escritora vai muitas vezes às escolas contar histórias.
Chegámos à escola por volta das dezasseis horas.
Estávamos à espera de uma coisa muito diferente, com teatro, com mais emoção e no fim até foi divertido, porque cantámos uma canção.

Para saberes mais sobre a escritora, podes visitar este endereço: http://www.livrodirecto.pt/content/view/156/173/

REDACÇAO COLECTIVA turma J1 da EB1 de POMBAL


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Dia Mundial do Livro: sugestão de leitura


"O meu Primeiro Fernando Pessoa"

de Manuela Júdice e Pedro Proença


Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou a leitura com apoio do professor ou dos pais.
Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III.

Fernando Pessoa (1888-1935) nasceu e morreu em Lisboa e a sua obra é hoje mundialmente conhecida. A pensar nos mais novos, este livro apresenta a vida deste poeta genial, utilizando uma linguagem simples e apontando apenas os marcos fundamentais dos 47 anos que viveu. De uma forma acessível a todos, através de poemas de Fernando Pessoa, o texto de Manuela Júdice e as ilustrações de Pedro Proença, dão a conhecer esta figura cimeira da literatura portuguesa e mundial.

Escreveu o seu primeiro poema quando tinha sete anos e dedicou-o à sua mãe:

Eis-me aqui em Portugal
Nas terras onde nasci,
Por muito que goste delas
Ainda gosto mais de ti.



Dicas para exploração:


Em conjunto:



  1. Conversar sobre a capa.


  2. Seleccionar alguns poemas e lê-los em voz alta.


  3. Disponibilizar o livro para leitura individual


  4. Escolher um poema e proceder à sua exploração: leitura, interpretação, ilustração

Criar grupos de trabalho para:




  • a)pesquisa da biografia na Internet;


  • b)procura de rimas;


  • c)descoberta dos heterónimos;


  • d)...

terça-feira, 22 de abril de 2008

A composição escrita

Primeiro planificar

Depois escrever o texto



No final rever para corrigir e melhorar

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Outra dor insignificante


Uma vez eu fui ao hospital com dor de barriga.
Deitei-me na maca do carro dos bombeiros e transportaram-me para o hospital.
Levaram-me para a sala de esperar e depois para a sala médica.
O médico falou com a minha avó e depois os bombeiros levaram-me para a cama e a médica colocou -me soro.
Passei lá a noite . De manhã acordei com o barulho da sirenes, mas o médico fechou a porta . Vi um miúdo que tinha rachado a cabeça e eu pensei: "Coitado daquele miúdo aquilo deve doer mais do que uma simples dor de barriga."
O médico deu-me alta, mas o miúdo ainda lá ficou.
A ambulância levou-me para Carrazeda de Ansiães mudei de ambulância e vim para casa a pensar que aquilo do miúdo é que devia doer muito.

Jorge Augusto Moreno Esteves
16-04-2008
Turma J1 da EB1 Pombal

Uma dor insignificante



Um dia quando eu cheguei da escola, pousei a mochila e fui comer.
Depois ia a cortar morangos, cortei-me, comecei a chorar e a mandar berros.
Depois fui meter, um penso e lembrei-me da minha amiga Susana que veio do Luxemburgo que um dia tinha partido o pé e que ela, de facto, teria muitas mais dores que eu.
E agora só vou chorar quando me magoar a sério…

De: BRUNA…


EB1 de POMBAL - TURMA J1


UM beijo para todos os doentes do
Mundo…

Uma dor insignificante


Um dia 16 de Setembro de 2006, eu, Susana Oliveira Fernandes Santos, parti o pé esquerdo.
Quando fui para o hospital de Bragança pensava sempre que nunca mais ia curar o pé, doía muito.
Enquanto esperava que fosse chamada, via pessoas piores do que eu:
pessoa em camas a levar soro;
pessoas em cadeiras de rodas;
pessoas com ligaduras na cara, nos braços, nas mãos, etc. ;
pessoas com queimaduras graves;
pessoas deficientes.
E vi muitas mais pessoas doentes.
Quando vi que havia pessoas piores do que eu, pensei que a minha dor já era insignificante.



Susana 4ºano Turma J1

EB1 Pombal