quinta-feira, 2 de outubro de 2008
EB1 e J.I. de Vilarinho da Castanheira
Dia 30 de Setembro fizemos doce de tomate aqui na escola.
A professora Iveta e a professora São trouxeram os tomates e a professora Isabel trouxe o açúcar.
Na hora do almoço, depois de comermos, lavámos os tomates, tirámos-lhe a pele e as grainhas, esmagámo-los e juntámos-lhe açúcar, pau de canela e cravinhos.
Eram sete quilos de tomates e três quilos e meio de açúcar.
Depois deitámos na panela, pusemos no disco eléctrico e ficou a ferver enquanto fomos fazer a nossa Visita de Estudo.
Quando chegámos o doce estava quase pronto, enquanto lanchamos ficou pronto, então pusemo-lo nos frascos. Não o provamos porque estava quente.
Ontem, dia um de Outubro, provámo-lo à sobremesa. Estava muito bom!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Outono

Poema" O Outono "
Outono tempo de escola.
Outono partida das andorinhas.
Outono apanha das maçãs.
Outono: azul, branco, cinzento. Assim se põe o céu.
Outono começam as folhas das árvores a cair.
Outono folhas amareladas, roxas, castanhas, vermelhas, alaranjadas.
Outono árvores despidas, arbustos secos.
Outono descasca-se o marmelo, faz-se a marmelada e a geleia.
Outono: secos figos, doce de amora, apanha da romã.
Outono o homem faz a lenha.
Outono chuva, vento, trovoadas.
Outono dias nublados.
Outono do guarda-chuva, do guarda-fatos: casacos de lã, botas, luvas, gorros, cachecóis.
Outono, tempo de caça e espreitar cogumelos no campo.
Outono tempestades recolha em casa.
Outono, magusto, São Martinho, fogueira, castanha e vinho novo.
Outono geadas, matança do porco.
Outono fumeiro, alheiras, alcaparras.
Outono, terminas com avelãs.
Poema do Outono / alunos da turma E 3º e 4º anos
EB 1 de Carrazeda de Ansiães
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Para partilhar...
Depois de várias horas de trabalho é agradável fazer-se algo que nos ajude a aliviar a carga de tarefas que tivemos que cumprir. Partilhem com os vossos alunos esta bela poesia que retrata o início do Outono de Matilde Rosa Araújo.
BALADA DAS VINTE MENINAS FRIORENTAS
Vinte meninas, não mais,
Eu via ali no beiral:
Tinham cabecinha preta
E branquinho o avental.
Vinte meninas, não mais,
Eu via naquele muro:
Tinham cabecinha preta,
Vestidinho azul escuro.
As minhas vinte meninas,
Capinhas dizendo adeus,
Chegaram na Primavera
E acenaram lá dos céus.
As minhas vinte meninas
Dormiam quentes num ninho
Feito de amor e de terra,
Feito de lama e carinho.
As minhas vinte meninas
Para o almoço e o jantar
Tinham coisas pequeninas,
Que apanhavam pelo ar.
Já passou a Primavera
Suas horas pequeninas:
E houve um milagre nos ninhos.
Pois foram mães, as meninas!
Eram ovos redondinhos
Que apetecia beijar:
Ovos que continham vidas
E asinhas para voar.
Já não são vinte meninas
Que a luz do Sol acalenta.
São muitas mais! muitas mais!
Não são vinte, são oitenta!
Depois oitenta meninas
Eu via ali no beiral:
Tinham cabecinha preta
E branquinho o avental.
Mas as oitenta meninas,
Capinhas dizendo adeus,
Em certo dia de Outono
Perderam-se pelos céus.
Matilde Rosa Araújo
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Um novo ano!
Começou hoje 1 novo ano lectivo. Votos de bom trabalho para todos. Fica para nossa 1ª postagem este poema da nossa colega já desaparecida, Maria Rosa Colaço.
(Musicado por Trovante nos álbuns Baile no Bosque, 1981 e Aula Magna, 1983)
Outra margem
E com um búzio nos olhos claros
Vinham do cais, da outra margem
Vinham do campo e da cidade
Qual a canção? Qual a viagem?
Vinham p`rá escola. Que desejavam?
De face suja, iluminada?
Traziam sonhos e pesadelos.
Eram a noite e a madrugada.
Vinham sozinhos com o seu destino.
Ali chegavam. Ali estavam.
Eram já velhos? Eram meninos?
Vinham p`ra escola. O que esperavam?
Vinham de longe. Vinham sozinhos.
Lá da planície. Lá da cidade.
Das casas pobres. Dos bairros tristes.
Vinham p`rá escola: a novidade.
E com uma estrela na mão direita
E os olhos grandes e voz macia
Ali chegaram para aprender
O sonho a vida a poesia.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Lengalenga do Vento

Andava o senhor vento
Um dia passeando
E encontrou um gafanhoto.
- Senhor vento
Não sopre que me faz num oito.
Andava o senhor vento
Devagarinho na vinha
Quando viu um pardal.
- Senhor vento que força
E foi contra um pinheiro no pinhal.
Andava o senhor vento
Passeando na horta
Quando viu uma erva.
- Senhor vento que força
e ficou logo morta.
Andava o senhor vento
Um dia no rio
Saltou um peixe e disse:
- Que força senhor vento
E caiu de barriga.
Então subiu ao monte
E encontrou um aerogerador
- Senhor vento que bom
Já posso transmitir calor.
Adriana Martins dos Santos
Pólo de Fontelonga
Eu, princesa
As escolas teriam tudo o que necessitassem.
Já não haveria drogas.
Só queria que as pessoas fossem felizes e que tivessem emprego, casa e saúde.
Dava tudo aos pobres e nada aos ricos, brincava com as crianças e não haveria diferença de raça e cor.
O resto do tempo guardava-o para brincar.
Dava dinheiro aos meus empregados, férias e conforto.
Adriana Martins dos Santos
Pólo de Fontelonga
Bragança

Eu fui a Bragança
Ver os seus museus
Com a esperança
De mais aprender.
Também vi o castelo
Com seus canhões
Eram as armas dos antepassados
Contra as invasões.
No museu do traje
Vi os caretos tradicionais
Com suas roupas
E seus rituais.
Na casa da seda
Havia muitas lagartas
Que viravam borboletas
Fazendo lindos tecidos de seda.
No Abade Baçal
Vi seus quadros
E antiguidades
Aprendi tanta coisa do tempo passado
Vim tão maravilhado.
Pedro Lages
Pólo de Fontelonga
Zíngaros

Os zíngaros foram criados por Joaquim de Isaura e Américo Ribeiro no ano de 1950. O grupo é formado por 22 elementos que usam os seguintes instrumentos: gaitas de fole, tambores, clarinetes e requintas. Fazem parte deste grupo os gigantones e o porta-bandeira.
Eles participaram em vários eventos culturais dentro e fora do país.
Eles são convidados a participar em romarias, procissões, em feiras populares, em queima das fitas, em desfiles carnavalescos, em inaugurações e outros eventos.
Os zíngaros foram homenageados com uma medalha de ouro e várias de prata.
Em 1986 tornou-se na Associação dos Zíngaros de Carrazeda de Ansiães, depois de terem sido aprovados os estatutos e de terem feito algumas alterações nas fardas e nas bandeiras.
Ficam conhecidos nas localidades onde vão por causa da sua folia, dos gigantones, da música e dos instrumentos que tocam.
No dia 19 de Junho vão actuar para todas as escolas do concelho de Carrazeda.
Pólo de Fontelonga
Bragança
Vimos o museu do traje
Havia lá caretos
Até metiam medo.
No museu da ciência viva
Vimos trabalhos de alunos
Jogamos vários jogos
Foi muito divertido.
Lá no castelo
Vimos muralhas
Sei que lá houve
Muitas batalhas.
Fomos ao parque
E eu estava feliz
Foi tão divertido
Parecia tudo colorido.
Quando vim embora
Trouxe Bragança
No meu coração
Gostei de tudo o que vi
No autocarro cantei uma canção.
Tatiana
Pólo de Fontelonga
quarta-feira, 18 de junho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
As nossas expressões...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
O fogo

Há muito tempo, o homem pré-histórico inventou o fogo.
O fogo é feito por combustão que é igual a combustível mais oxigénio.
Começaram a utilizar o fogo para proteger os animais, para se proteger a si mesmos do frio, para cozinhar, para fazer armas.
O fogo tem algumas desvantagens e vantagens como o aquecimento, a iluminação, para cozinhar, e para certas indústrias como por exemplo: a do vidro, a de automóveis, a de materiais, a do têxtil…
As desvantagens são: incêndios nas florestas, nas casas, provocam queimaduras e uma das piores desvantagens é que utilizam o fogo para fazer armas.
Sem o fogo era difícil viver nos dias de hoje.
EB1 Pombal
As aventuras de Ali Kate
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Passado uns segundos chegou ao seu destino.
Ali Kate disse:
- Já estamos quase a chegar, porque já atravessámos a atmosfera.
Já em Marte… Aaaah!. Macacos me mordam, é mesmo verdade estou em Marte. Brincaram um pouco com «Extraterrestres» e levaram com eles um amiguinho chamado Spike.
Levantaram voo, mas quando chegaram às estrelas houve uma avaria ao pousar na ponta de uma estrela. O Spike todo assustado saiu do tapete voador fazendo assim com que perdesse o equilíbrio. Mickey e Ali Kate caíram.
- Ai, ai, ai, ai! Socorro…
Driiiiimmm!!
- Ufa, foi só um sonho!!!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Santos Populares
Com ele os santos de animação
S. Pedro e S.to António
E também o S. João
Fogueiras e mangericos
Foguetes a estalar
Vamos todos para a folia
Vamos cantar e bailar
É grande a alegria
Nos bairros e ruelas
Todos brincam e cantam
Mangericos às janelas
Na noite de S. João
Vou para a rua brincar
Com alho porro bater
Até a manhã chegar
Caldo verde e sardinha assada
Nas barraquitas vou saborear
Música e estalidos
balões a subir no ar
S. António de Lisboa
É seu Santo padroeiro
Dizem que as moças o adoram
Por ser o Santo casamenteiro.
S. João és no Porto
festejado sem igual.
No entanto és lembrado
Em todo o Portugal.
Em Macedo é o S. Pedro
Padroeiro da cidade
concertos e tasquinhas
alegram a mocidade
Na Escola fizemos quadras
a lembrar os três santinhos
mangericos e balões
enfeitados com lacinhos.
ESCOLA EB1 de SELORES.
Ser Criança
na rua correr
saltar e brincar
é sentir-se feliz
enquanto petiz.
É poder dizer não
aquilo que dói
contar com uma mão
aberta e com pão.
É poder dizer sim
ao amor e carinho
sempre amparado
num terno abraço
da mãe seu regaço.
É chutar à bola
livre como o vento
livros na sacola
solto o pensamento.
É esperar tudo
do mundo em mudança.
Gritando bem alto.
QUERO SER CRIANÇA!
Escola EB1 de Selores.
terça-feira, 10 de junho de 2008
A Fábula dos feijões Cinzentos

Esse reino era habitado por feijões.
Um dia o feijão Carrapato roubou o sol, o feijão Frade roubou o ar e o feijão Fidalgo roubou a água aos outros feijões.
Nesse reino moravam também os feijões: Frade, Vermelho, Carrapato, Rajado e outros.
As mulheres eram as Feijocas.
Quando estes feijões se lavaram com as gotas de água que sobraram viram que estavam cinzentos.
Nos livros estava escrito que o Sol era a liberdade de criar, o Ar era o direito de pensar e a Água era a obrigação de distribuir.
Viveram quarenta e oito anos assim.
O feijão Vermelho começou a dizer baixo aos ouvidos dos outros:
- Camaradas, a maioria de nós andamos secos e sem coisa nenhuma e outros têm, sol, água e ar à fartura, não pode ser!
As palavras que não se podiam dizer era: Liberdade, Igualdade, Fraternidade, Justiça e muitas outras.
O feijão Galego pôs-se a gritar:
-Socorro, Socorro!
Os feijões que mandavam no reino iam ouvir para as portas para ver se falava mal deles.
O feijão Carrapato inventou um lápis com dentes afiados e azul para comer as palavras que não gostava, levando-as para a prisão das palavras luminosas.
Também na terra do avô do feijão Preto os primos destes berravam:
- Ide-vos embora queremos nós mandar na nossa terra.
E assim mandaram os feijões para lutaram contra eles. Nessa guerra morreram muitos feijões.
Os feijões reuniram-se e como as raízes dos mandriões estavam podres, deram-lhe um grande empurrão, caíram por terra que nunca mais se levantaram.
A partir desse dia nunca mais ninguém roubou o sol, a água e o ar.
Os cravos vieram morar nas ruas, no calendário dos portugueses a História pôs uma rodinha no 25 de Abril de 1974 – Dia da Liberdade.
Pedro Lages
Pólo de Fontelonga
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Oficina de leitura
Diz o galo para a galinha
Vamos casar a nossa filhinha?
A nossa filhinha casada está
O enxoval de onde virá?
Diz a aranha que está no aranhal
Que está pronta para dar o enxoval
O enxoval já nós temos cá
A madrinha de onde virá?
Diz a cabra que estava na vinha
Que está pronta para ser a madrinha
A madrinha já nós temos cá
A dançarina de onde virá?
Diz a mosca que anda no ar
Que está pronta para dançar
A dançarina já nós temos cá
O gaiteiro de onde virá?
Diz o burro que está no palheiro
Que está pronto para ser o gaiteiro
O gaiteiro já nós temos cá:
O casamento vai-se fazer já
(texto do manual "A pasta mágica" do 4.º ano da escolaridade)
Cantiga
Todas as galinhas
sabem bem festejar
Cristas para baixo
penas para o ar
Quando estão cansadas
Da festa vão sair
E numa grande fila
Para o ninho vão sair
(cantiga adaptada de "todos os patinhos")
Fotos da exploração e do teatro
Pólo de Pombal
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Dia da Segurança
Chegámos ao recinto da feira onde já estavam as escolas do 1.º ciclo e Pré-Escolar e muitos agentes da GNR. Os carros, os cães e os cavalos indicavam que alguma coisa importante se ia passar.
Os pastores alemães sentaram-se, deitaram-se, rebolaram-se, correram à volta do policia. O pastor alemão defendeu o policia do bandido. O cão labrador encontrou a droga na mala. No fim, os alunos fizeram-lhe festas.
Os cavalos fizeram um aquecimento e em seguida as crianças fizeram-lhe “festinhas”. Alguns até puderam montar nos cavalos.
Um carro tinha um computador para ver todas as coisas relacionados com os veículos a inspeccionar. Um policia ligou as sirenes, as luzes eram azuis e davam vários tipos de sons.
Mas o melhor foi a mota. Foi tão divertido que até a professora andou nesse veículo. Foi a primeira vez na sua vida.
Num carro, podemos fazer o teste de álcool.
Regressámos à escola por volta do meio dia e depois do almoço cantámos os parabéns à professora Amélia. Foi divertido e aprenderam-se muitas coisas sobre segurança.

(imagens retiradas do quadro interactivo)
Turma J e J1 de Pombal
terça-feira, 27 de maio de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Esplorando as mudanças de Estado Fisico das substâncias


Turma J
Turma J1
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Compostor

segunda-feira, 19 de maio de 2008
Imagina que vivias num jardim. Como seria ele?

Se vivesse num jardim gostaria que ele fosse verdinho com repuxo e canteiro de flores .
Gostava que houvesse um parque ao lado e que o jardim tivesse flores .
O jardim seria a minha casa.
Os médicos dizem que faz bem as costas dietarmo-nos na relva de um jardim .
Não gostava que poluissem os jardins .
Há muitos jardins, mas há os jardins que não são jardins, são os jardins de infância.
Lucas Simões 2º ano
Eu se vivesse num jardim gostava que fosse muito bonito.
Gostava que tivesse muitas flores de muitas cores como o arco-íris, que era para eu brincar com os meus amigos.
Com essas cores todas podia fazer muitos arranjos de flores. Depois podia vender os arranjos para ganhar algum dinheiro e assim aumentar o meu jardim para ter ainda mais qualidades de flores.
Nesse jardim eu gostava que houvesse um lago com muitos peixinhos de várias cores. Não queria que houvesse urtigões porque isso pica as pessoas. Gostava que tivesse umas lindas e grandes árvores para jogar às escondidas com os meninos da minha escola e com as professoras.
Para mim seria o jardim mais lindo e divertido do mundo.
Jessica 2º an0
O meu jardim seria ao pé da minha casa.
Eu gostava que o jardim tivesse muitas flores.
Eu e a minha mãe regaríamo-lo todos os dias. Tambem gostava que tivesse uma cerejeira para que quando chegasse a Primavera termos cerejas para colher.
O meu jardim teria um tanque com peixinhos vermelhos e verdes.
Não deixaria que os cães pisassem o meu jardim. Haveria um banco para a minha família se sentar e repousar nas tardes quentes de Verão.
O meu jardim nunca teria ervas daninhas porque eu andaria sempre a arrancá-las.
Tânia 2º ano
Turma L/ eb1 de Selores
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A minha letra preferida
Eu gosto muito da letra M porque é a letra do meu nome e da minha mãe e do meu pai. Com o M também se escreve mar que é lindo e o M de Margarida, nome de flor.Marta - 1º ANO


14-5-2008
O meu fruto preferido
A minha fruta preferida é a maçã.A maçã é colhida da macieira no Verão no mês de Agosto e Setembro .
As maçãs quando estão maduras são amarelas.
Eu tiro-lhe a casca e como-as.
Que boas !
Marta Araújo – 1º ano
______________________
O meu fruto preferido é a cereja .A cereja vêm da cerejeira .
O meu pai tem umas cerejeiras em Paradela.
No mês de Maio é quando há cerejas .
Cândida 1.º ano
_____________________
O meu fruto preferido é a maçã.
A maçã é vermelha, amarela e verde.
Eu gosto da maçã porque sabe bem e nos faz bem com casca à saúde.
A maçã vem da macieira.
Tiago – 1º ano
_____________________
EB1 Pombal
12 de Maio de 2008
As nossas cartas
A água

A água apetece
Quando está muito calor
Mas, só a devemos beber
Se estiver incolor
Quando tiver sabor
Cuidado. Está estragada!
Para ser insípida
Não pode saber a nada.
Se cheirar bem ou mal
Não a deves beber
Inodora, isto é sem cheiro
É como a água deve ser.
Todos cá na escola
Estamos motivados
Para não desperdiçar água
Porque já fomos bem alertados
Poesia colectiva 1º e 2º anos E.B.1 de Selores- Turma L
segunda-feira, 12 de maio de 2008
O Aquecimento Global

Nestes últimos meses não tem chovido, tem estado tudo seco.
Em alguns sítios até houve muitos incêndios e aconteceram também mais coisas:
queimaram florestas que é um dos sítios onde há muitas árvores e estas é que nos dão oxigénio e estes causam também o Aquecimento Global derivado do dióxido de carbono que os incêndios enviam para a atmosfera.
Mas depois de tanta tristeza chegou a chuva e melhorou tudo.
Embora, muitas das pessoas não gostem dela, é essencial para as flores, para as árvores, para a relva, para as verduras, para o homem e para os animais que vivem debaixo de água.

Susana 4ºano
EB1 Pombal turma J1
(esta redacção foi feita dia 19/11/2007)
sexta-feira, 9 de maio de 2008
O meu fruto preferido.

quinta-feira, 8 de maio de 2008
A Natureza
Retrato
O meu professor chama-se José Alegre Mesquita e tem 49 anos.
Conheci-o na escola.
O rosto dele é magro, os olhos dele são castanhos, a forma é redonda, a boca é média, a forma dos lábios é normal, os lábios são grossos, os dentes são um pouco tortos. A cor do cabelo é preto, é liso e curto.
O nariz é curto e achatado, é alto e um pouco gordo.
A maneira de ser dele é simpático, alegre, brincalhão e meigo.
E eu gosto muito dele!
Susana 4º ano
Turma J1 EB1 de Pombal
quarta-feira, 7 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Para a minha amiga de Espanha
Estou com poucas saudades porque és muito chata, mas, na verdade, estou com muitas saudades. Acho que vou aí no Verão para irmos à praia, à piscina e ao parque andar de patins que é muito divertido. E tu? Podes cá vir no Natal.
Eu sei que estivestes cá neste Natal que passou. Eu não te vi. Foi pena!
Olha, a cadela da minha tia tem filhotes e o teu tio está no hospital. Isso não é bom, mas de resto está tudo bem.
Olha, deram- me um cão e eu dei-lhe o nome de «Lobo» como tu querias dar ao outro. E tu ainda tens o Bolinhas?
Vou despedir-me, mas não te livras de mim.
Gosto muito de ti.
Do Jorge Esteves.
28-04-2008
EB1 Pombal turma J1

















