segunda-feira, 24 de novembro de 2008

És uma prenda para o mundo

A Bruna sabe tratar de alguém triste.
O Nelson sabe arranjar coisas estragadas
A Laura sabe desenhar muito bem.
Alguns meninos podem ser melhor em Matemática, mas não sabem jogar à bola.
O mundo precisa de todos os tipos de pessoas.
Nós todos erramos.
Se os teus amigos te dizem para fazeres asneiras, não as faças, hesita...
Todos nós somos bons em alguma coisa, mas não somos bons em tudo.
Nós somos uma prenda para o mundo, se soubermos tirar o melhor de nós.

Rafael EB1 do Castanheiro do Norte

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O dia das bruxas

Na Sexta-feira, 31 de Outubro dia das bruxas, de manhã tiramos o miolo e fizemos os olhos ás abóboras. Eu e os meus colegas trouxemos castanhas e juntamo-las num saco para assar no forno. Fomos para a sala da professora Fáti para ver um teatro. Eu era a bruxa, a professora Fáti emprestou-me a roupa de bruxa, pintou-me e deu-me uma abóbora que dentro tinha doces.
Dei doces a todos os meninos, dançamos e comemos as castanhas. Esse dia foi muito divertido, espero ter outro aparecido.
Fiquei muito feliz.



Romana Sofia Pires Moutinho Turma Z
Carrazeda de Ansiães, 3 de Novembro de 2008

“ O Halloween è a festa das bruxas e dos fantasmas, das abóboras e da música.
Gonçalo, Ivo, Jessica N. Verónica

“ Foi um dia alegre e divertido. Fizemos jogos “
Ivo, Jessica F.
( Jardim de Infância de Carrazeda de Ansiães )


Lenga - lenga das castanhas

As sete castanhas
Tanto saltaram
Que uma caiu
E só seis ficaram


As seis castanhas
Num telhado de zinco
Uma escorregou
Só ficaram quatro

As cinco castanhas
Encontraram um rato
Uma ficou assustada
Só ficaram quatro.

As quatro castanhas
Encontraram um chinês
O chinês levou uma
Só ficaram três

As três castanhas
A descer a rua
Uma escorregou
Só ficaram duas

As duas castanhas
Foram fazer ó, ó
Uma adormeceu
A outra ficou só

Uma castanha
Não queria ficar só
Encontrou uma menina
E foi p’ra sua barriguinha


Pólo de Pombal


terça-feira, 18 de novembro de 2008

Poesia da aranha

A aranha faz a teia
sem que tenha um tear
Aos animais mete medo
pois foi feita para matar.
Tiago

Aranha aranha
és muito feia
faz a cama
sobre a tua teia.
Camila

Aranha aranha
corre corre sem parar
a fazer a sua teia
para na casa morar.
Fabiana

A aranha é um animal muito inteligente,
Come moscas e mosquitos.
A teia escondida de muita gente,
Apanha todos os animais esquisitos.
Judite
Aranha aranha
Faz a tua teia
Para apanhares
uma mosca feia.
Pedro Nuno

2º ano turma B/EB1 de Carrazeda de Ansiães

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A escola

A minha escola é muito colorida.
Colorida é a minha sala.
Sala bonita e acolhedora.
Acolhedora é a minha casa.
Casa parecida com a minha escola.
Escola onde aprendo a ler e escrever.
Escrever sem erros é importante.
Importante é ter amigos.
Amigos para brincar no recreio.
Recreio com muito espaço.
Espaço com árvores e manto de folhas.
Folhas vermelhas, amarelas e castanhas.
Castanhas para fazer o magusto.
Magusto é no Outono.
Outono é tempo de procurar casa.
Casa é onde nos sentimos felizes.

2º e 3º anos Turma D/ EB1 de Carrazeda de Ansiães
Abecedário sem juízo

Ana tem cara de banana
Beto é um menino esperto
Carla vai sempre à escola.
Daniela come arroz de cabidela.
Eduardo tem cara de leopardo.
Felisberto anda sempre esperto.
Guida tem uma longa vida.
Helena vê uma hiena.
Inês foi comprar a caneta ao chinês.
João come muito pão.
Leandro é muito malandro.
Mariana apontou com a cana.
Nuno brinca com o Bruno.
Olga teve hoje uma folga.
Pedro tem muito medo.
Quico leva água no bico.
Ruben anda sempre na nuvem.
Sofia leva na pasta a afia.
Tatiana vai passear com a Ana.
Ulisses diz muitas tolices.
Vasco joga que é um fiasco.
Xico cheira o manjerico.
Zé dá um pontapé.

2ºe 3º anos Turma D/ Eb1 de Carrazeda de Ansiães

O ensino da leitura_texto narrativo - PNEP

























Discriminação das palavras - PNEP

EB1 do Vilarinho da Castanheira

Texto dramático - chuva de ideias

EB1 da Selores

Discriminação fonémica - Da palavra à letra - PNEP


Um poema
Uma palavraOutra palavra
... uma chuva de palavras

... as letras
EB1 de Selores

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Lenda de S. Martinho




Era Outono!
Era uma tarde de Outono!
Mas era Inverno que fazia!
Martinho, soldado romano, cavalgava…
E o seu dever cumpria!
Rubra capa o protegia,
De tão grande temporal!
Eis que seu olhar vislumbra
Alguém que gemendo…sofria!
Sua alma generosa
Encheu-se de compaixão!Parou!...
Olhou!...E, ternamente observou!
Martinho ouviu com comoção,
Pedidos de auxílio, de súplica daquele mendigo, ali estendido,
No chão húmido e gelado!
Todo molhado!
Tão mísero e sofrido!
Martinho, sem hesitar,
Em sua espada pegou
E…num repente
Em duas, a sua capa cortou!!!
De sorriso nos lábios,
Nas mãos do pobre deixou
De sua capa a metade, a outra para si ficou.
E eis que se deu o milagre!!!
As nuvens que até aí, poderosas no céu reinavam,
Afastaram – se de tanta bondade…
Afastaram-se para o sol ver
Aquele gesto generoso
Daquele nobre soldado.
O sol também gostou…
Do que viu e abrindo seus braços dourados
O rei dos astros sorriu!!1

EB1 do Castanheiro do Norte

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O nosso magusto

O nosso magusto foi ontem dia 11 de Novembro, dia de S. Martinho.
O tempo estava chuvoso.
O magusto foi num recinto coberto no largo da feira.
Jogámos alguns jogos tradicionais. Nós participámos no jogo da colher e no jogo do anel.
Depois dos jogos fomos comer as castanhas.
Colocámos as castanhas no cartucho que fezemos na escola.
As castanhas estavam muito boas.
Depois de comer as castanhas regressámos à escola.
O magusto não foi muito divertido por causa da chuva.

Turma B 2º ano /EB1 de Carrazeda de Ansiães


terça-feira, 11 de novembro de 2008

O magusto das escolas






O magusto das escolas


O magusto foi dia 11 de Novembro, dia de São Martinho. Estava a chover muito.
Chegámos todos molhados à escola. Secámos a roupa no aquecedor.
Todos comemos castanhas e bebemos leite.
As castanhas eram boas, estavam quentes.
O magusto foi mau porque estava chuva.



Alunos da turma Z da EB1 de Carrazeda de Ansiães
Carrazeda de Ansiães, 11 de Novembro de 2008
Os alunos da turma Z

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Discriminação fonémica - PNEP

Os alunos identificam o fonema inicial comum a várias palavras.
Em seguida, realizaram-se actividades, como esta do escadote, em que apenas se modifica o fonema/grafema inicial. Uma das alternativas será o de organizar listas de palavras em que apenas muda o som inicial.
EB1 Selores

Texto instrucional - Aula PNEP

Bolo de chocolate

Ingredientes
5 ovos
1 copo com chocolate em pó
1 copo com leite
2 copos com acúcar
2 copos com farinha
1 copo com óleo
1 colher de sopa de manteiga derretida

Modo de preparar
1. Junta os ingredientes muito bem, com uma colher de pau
2. Coloca tudo numa forma de pyrex molhada.
3. Leva ao micro-ondas , bem quente, durante 10 minutos.

EB1 de Selores

domingo, 9 de novembro de 2008

Compota de abóbora

Ingredientes:

8 Kg de abóbora 4 kg de açúcar
2 paus de canela
sumo de 2 laranjas

A abóbora partiu-se deitando-a com força para o chão.
De seguida desfiou-se e pesou-se. O açúcar colocou-se no tacho até ficar em ponto.
Introduziu-se a abóbora, os paus de canela e o sumo das laranjas.
Ferveu em lume brando durante algumas horas.
Por último colocaram-se as nozes britadas (partidas).
A deliciosa compota foi distribuída por frascos previamente lavados e escorridos.


Turmas do Pólo de EB1 Linhares

sábado, 8 de novembro de 2008

HISTÓRIA DO PÃO

Sabias que …

Antigamente lavrava-se a terra com a ajuda de alguns animais. Depois da terra estar bem lavrada espalhavam-se as sementes: trigo, centeio e milho. Esta era agradada (alisada) com uma grade de madeira.
Depois dos cereais estarem crescidos e maduros eram ceifados com uma foice e levados para a eira para serem malhados, isto é, separar o grão da palha com a ajuda da malhadeira.
O cereal era levado para os celeiros e daí para moinhos a fim de ser moído e transformado em farinha.

Um dia diferente na nossa escola…


Para fazer o pão foi necessário amassar a farinha com água, sal e fermento.
De seguida, aquecemos o forno com lenha seca até ficar no ponto. Limpo das brasas, colocámos as bolinhas de massa dentro e com a ajuda da pá aí permaneceram até cozerem e ficarem coradinhas.
Retirámo-las e colocámo-las num cesto de verga.
Finalmente, saboreámo-las com a deliciosa compota de abóbora confeccionada no dia anterior.
Que delícia! Foi de comer e chorar por mais.


3º e 4º anos EB1 Linhares


ACRÓSTICO

Peneirada a farinha
Alvinha de neve,
O alguidar precisou.

Fermentada, aumentou.
Oito pãezinhos coradinhos
Fofinhos, redondinhos
Oh!! Que bom que ficou.


EB1 de Linhares

Joana 2ºan0



quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Poesia colectiva

O Outono

É o frio a chegar
E as folhas a cair.
É a chuva a regar
E os pássaros a partir.
É o vento a soprar
Os frutos a sorrir
E os campos a corar.
São os animais a fugir
De alguém que os quer matar.
Vão os lagartos dormir
E os meninos a estudar.
Começam os ouriços a abrir
E os magustos a chegar.
São os cogumelos a surgir
E o sol a desmaiar.

EB1 LINHARES

Alunos do 3º e 4º anos