segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Ainda a tempo - O Outono

O Verão foi de férias até ao próximo mês de Junho.
Quem chegou agora foi o Outono. Traz uma grande mala carregada de chuva, vento e algum frio.
Os meninos quando vêem chegar o Outono vão para a escola. Os agricultores fazem as vindimas, colhem as maçãs, as pêras, os figos, as nozes e as castanhas.
Algumas aves partem para países mais quentes.
O Outono é muito trabalhador!
Rega os campos para as sementeiras. Pinta as folhas de vermelho, amarelo, castanho e com elas, faz lindos tapetes!
O Outono é uma linda estação do ano.

Dara Solange

Polo de Carrazeda de Ansiães – Turma D

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

O Natal





Ainda bem que nasceu o Menino Jesus
Assim fica um dia mais especial
Espero que toda a gente fique feliz
Nessa noite de Natal

Graças ao Menino Jesus
Que há o Natal
É que também recebemos prendas
Nessa noite especial

O Menino Jesus
Dá-nos muitos carinhos
Mas gosta mais
Dos nossos miminhos


Na noite de Natal
A alegria sorri
Toda a gente fica feliz
A familia reúne-se
Lindas prendas recebi


Trabalho realizado por: Lusa Raquel
4ª ano/EB1 de Selores

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Bolas de Natal

Ingredientes

Farinha 500 g
Massa de pão 70 g
Sal uma pitada
Fermento de padeiro 10 g
Água morna 2,5 dl
Manteiga 60 g
Azeite 0,5 dl
Leite 0,5 dl
Ovos 4
Óleo e açúcar em pó q.b.


Peneire a farinha e amasse-a com massa de pão.
Tempere com o sal e envolva bem. Desfaça o fermento de padeiro na água morna e envolva na massa anterior. Amorne a manteiga e o azeite e adicione-os à massa continuando sempre a amassar. Junte o leite e os ovos, um a um. Trabalhe bem a massa e deixe-a levedar até dobrar o volume. Aqueça o óleo, estique pequenas porções de massa com os dedos e frite-as de ambos os lados. Escorra-as sobre papel absorvente. Polvilhe-as com bastante açúcar em pó e sirva-as.


Pólo de Fontelonga

Pensamento

Vem aí o Natal
Nós queríamos festejar
Sem aulas de música no Pólo
Não podemos cantar e dançar.

Temos a festa de Natal
Onde vamos com satisfação
Nesse dia no transporte
Não irão dizer que não!

Vejam as nossas actividades
Com muita atenção
Como ver é aprender
Só nas visitas de estudo
Poderá acontecer...



Pólo de Fontelonga

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Advinhas

ADIVINHAS




Qual é coisa, qual é ela,
que é redonda como o Sol,
tem mais raios do que uma trovoada
e anda sempre aos pares?



Qual é coisa, qual é ela,
que atravessa todas as portas
sem nunca entrar
nem por elas sair?



Qual é coisa, qual é ela,
que tem uma perna mais comprida que a outra
e noite e dia anda sem parar?


O que será, que será,
que sendo preto ou branco,
de noite é sempre pardo,
escaldado, tem medo de água fria
e dizem ter mais de oito vidas?



Trabalho realizado pelos alunos do 1.º e 2.º ano da EB1 de Selores

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Outono





Passeio de Outono


Passeio de Outono


Ontem, dia 11 de Outubro, fomos dar um passeio para observar a paisagem de Outono.
Saímos da escola e fomos à Eira da Forca. Daí vimos castanheiros vinhas, pinheiros, amendoeiras, macieiras, …
Observamos que as folhas eram de várias cores: verde, amarelo, laranjas, vermelhas, castanhas e que já começavam a cair.
Recolhemos folhas de várias formas e cores, pinhas e musgos. Agora vamos fazer um cartaz sobre o Outono, com as coisas que apanhamos. Tiramos fotografias para registarmos todos os momentos.
Foi um passeio agradável e divertido!

Magusto EB1 Vilarinho da Castanheira





O NOSSO MAGUSTO

O nosso magusto foi dia nove de Novembro.
Nesse dia estava muito vento mas, mesmo assim, fomos ao cabeço.
Levamos carne, pão, água e sumos.
Quando lá chegamos fomos cortar lenha fizemos a fogueira.
Vimos a capela por dentro e as outras casinhas onde estavam os santos ou as santas.
Ao meio dia comemos a carne que assamos com pão e também assamos as castanhas e comemo-las.
De seguida fomos apanhar brasas para nos enfarruscarmos. Brincámos à bola, aos primos e primas, aos amigos, etc. e fizemos muitas coisas divertidíssimas.
Depois fomos para a escola e comemos novamente, a comida que tinha sobrado. Depois fomos embora para casa.
Gostei muito deste passeio.
Gostava de repetir!
E.B.1 de Vilarinho da Castanheira
Sara – 4º Ano

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

As minhas primeiras frases

Ó Lili é a lua e a lupa.
A Lídia pula e lê.
Cândida Rosa


É a tia e o pote.
Ó tio ata o pato.
Marta

Ó tio é a lata?
É a tia Tita e o tio Tó.
Tiago

É o palito do Tito.
Eu dei a lupa à tia.
Sabrina

Frases escritas pelos alunos do 1º ano da turma J/ Pólo de Pombal

Os animais preferidos


desenho da Ana Sofia
do Pólo do Pombal turma J

A fada Oriana

Há duas espécies de fadas: as fadas boas e as fadas más. As fadas boas fazem coisas boas e as fadas más fazem coisas más.
As fadas boas regam as flores com orvalho, acendem o lume dos velhos, seguram pelo bibe as crianças que vão cair ao rio, encantam os jardins, dançam no ar, inventam sonhos e, à noite, põem moedas de oiro dentro dos sapatos dos pobres.
As fadas más fazem secar as fontes, apagam as fogueiras dos pastores, rasgam a roupa que está ao sol a secar, desencantam os jardins, arreliam as crianças, atormentam os animais e roubam o dinheiro aos pobres.


de Sophia de Mello Breyner Andresen, livro do mês da turma J1 do Pólo do Pombal.


A personagem principal é uma fada que vive numa floresta onde pratica o bem. Mas ao fim de muito tempo fica amiga de um peixe e abandona a floresta e vai a cidade procurar os seus amigos. Entretanto muita coisa acontece...

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Castanhinhas

Ai que lindos ouriços
São muito verdinhos
As castanhas espreitam
Dentro do buraquinho.


As castanhas
Dos nossos castanheiros
São as mais saborosas
Do mundo inteiro.


As castanhas
Depois de assar
São tão boas que nos
Põem a bailar


As castanhas no cima
Do castanheiro
A luzir
E nós todos vamos rir


Tiago e David
Pólo de Fontelonga

As castanhinhas


As castanhas

Lá nos castanheiros
No alto da montanha
Há ouriços com picos
E lindas castanhas.

Na terra fria
Com soutos e montes
A boa castanha
É de Trás – os - Montes.


Na fogueira
As castanhas a saltar
Nós todos contentes
Com vontade de as provar


Pólo de Fontelonga
José Felgueiras

As vindimas

Nesta aldeia Portuguesa,
Logo ao amanhecer,
Andam, em bandos, na vinha,
As lindas vindimadeiras,
Cortando uvas ligeiras.

Quando estão no lagar,
Os homens as vão pisar,
As uvas tão bonitas,
Que nos fazem alegrar.

Quando acabam de as pisar
O vinho as pipas vai encher
Começa a fermentar
Os homens o vão vender.

Na nossa terra
Há uma tradição
Enquanto cortam as uvas
Cantam uma canção.




Tatiana, Pedro e Andreia

Pólo de Fontelonga

A lenda de Icário

Lenda sobre o vinho



Conta a lenda, que o deus Dionísio escolheu Icário, homem justo e bom, para ensinar à humanidade como fazer o vinho. Ele utilizou um odre de pele de cabra para o transportar.
Icário viajou até à Grécia e deu a provar a nova bebida a vários pastores. Estes embriagaram-se e, julgando terem sido envenenados, mataram-no. Sua filha Erigona foi procurá-lo, mas foi o seu cão, Maera, que a levou ao lugar onde o tinham enterrado.
Erigona com o desgosto enforcou-se no pinheiro por baixo do qual estava o seu pai.
O deus Dionísio teve pena deles e transformou-os em estrelas: Icário no Boeiro, Erigona na Virgem e Maera em Procion.


Pólo de Fontelonga

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

terça-feira, 20 de novembro de 2007

O teatro da Galinha Verde


Teatro adaptado da história de Ricardo Alberty, "A galinha Verde", livro do mês de Outubro da turma J1 da EB1 do Pombal.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Banda desenhada

Banda desenhada do "Ratinho Marinheiro" da Luísa Ducla Soares, livro do mês de Novembro da Turma J1 do Pombal. (clica para aumentares)
Lenda do Vinho

Há muitos milhares de anos, um homem que passou a vida na Grécia, quando se sentiu velho regressou à sua pátria, a Itália, e resolveu levar com ele uma linda videirinha , pois não se lembrava de, na sua infância, ter visto tal planta na sua terra natal.
Como não tinha vaso para a transportar, utilizou o que tinha à mão, um osso de galo. Esvaziou-o e meteu dentro as raízes com um pouco de terra.
Ora como se deslocava a pé, levou muito tempo a fazer a viagem, a videira cresceu e não teve outro remédio senão mudá-la para um osso de leão que encontrou pelo caminho.
Mas, como a planta continuava a crescer, Dionísio, assim se chamava o viajante, teve a sorte de deparar com um osso de burro e para lá mudou a plantinha.
Consta que daquela videira se fizeram muitas outras, e por ela ter crescido em tão estranhos vasos quem bebe pouco vinho fica alegre como um galo e quem muito abusa do vinho perde as ideias e fica estúpido como um burro.

Pólo de Carrazeda - Tuma F

Joana – 4º ano





MAGUSTOS

Todos os anos as pessoas, pelo S. Martinho, fazem um magusto, seja em casa ou na escola,
Antigamente, nos magustos, assavam-se as castanhas nas fogueiras.
Nesse tempo, quando o carvão arrefecia, as pessoas esfregavam-no nas mãos e enfarruscavam-se umas às outras. Ainda agora o fazem, mas com o passar do tempo foi inventado o assador, para facilitar a tarefa. Apesar desta invenção há quem prefira usar a tradicional fogueira para depois se poderem pintar e assim o magusto ser mais divertido, para além de que as castanhas ficam mais saborosas.
O magusto, é só um pretexto para amigos e familiares se reunirem à volta duma fogueira ou duma mesa, a beber o vinho e a comer as castanhas.

Pólo de Carrazeda - Turma F
José Eduardo – 4º ano









LENGALENGA DAS 7 CASTANHAS


As sete castanhas
Tanto saltaram
Que uma caiu
E só seis ficaram.

As seis castanhas
Um telhado passaram
Uma escorregou
Só cinco ficaram.

As cinco castanhas
Encontraram um rato
Uma ficou assustada
Só ficaram quatro.

As quatro castanhas
Encontraram um chinês
O chinês levou uma
Só ficaram três.

As três castanhinhas
Iam a descer a rua
Uma escorregou
Só ficaram duas.

As duas castanhinhas
Foram fazer ó ó
Uma adormeceu
E ficou uma só.

Uma castanhinha
Não queria ficar sozinha
Encontrou uma amiga
E foi para a sua barriguinha.

Pólo de Carrazeda - Turma F
Joana - 4º ano

domingo, 18 de novembro de 2007

Para começar bem a semana...





Postado por prof. Lídia, Pombal