terça-feira, 29 de abril de 2008

A visita à Feira do Livro

Plano da redacção:

1. Transporte
2. Livros
3. Escritora
4. Histórias que contou
5. Regresso


Os meninos do Primeiro Ciclo do Concelho de Carrazeda de Ansiães foram à Feira do Livro no dia 28 de Abril, de tarde.
Às treze horas e cinquenta minutos, veio o autocarro da Nordestina para nos levar aos Bombeiros, onde fica a Feira do Livro.
Ao chegarmos, vimos muitas prateleiras com vários livros. Alguns meninos até compraram, outros só viram. O professor aconselhou a ler os livros que tinham a etiqueta “Ler +”.
A escritora que foi convidada chama-se Cidália da Conceição Azevedo Fernandes. Nasceu em Vieiro, concelho de Vila Flor, no dia 14 de Março de1961. Viveu também no Pinhal do Norte em Carrazeda.
As histórias que nos contou foram:
Alberto e a árvore de Natal,
Alberto na Antárctida.
Ela está a escrever um livro sobre o Dia Mundial da Criança. A escritora vai muitas vezes às escolas contar histórias.
Chegámos à escola por volta das dezasseis horas.
Estávamos à espera de uma coisa muito diferente, com teatro, com mais emoção e no fim até foi divertido, porque cantámos uma canção.

Para saberes mais sobre a escritora, podes visitar este endereço: http://www.livrodirecto.pt/content/view/156/173/

REDACÇAO COLECTIVA turma J1 da EB1 de POMBAL


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Dia Mundial do Livro: sugestão de leitura


"O meu Primeiro Fernando Pessoa"

de Manuela Júdice e Pedro Proença


Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou a leitura com apoio do professor ou dos pais.
Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III.

Fernando Pessoa (1888-1935) nasceu e morreu em Lisboa e a sua obra é hoje mundialmente conhecida. A pensar nos mais novos, este livro apresenta a vida deste poeta genial, utilizando uma linguagem simples e apontando apenas os marcos fundamentais dos 47 anos que viveu. De uma forma acessível a todos, através de poemas de Fernando Pessoa, o texto de Manuela Júdice e as ilustrações de Pedro Proença, dão a conhecer esta figura cimeira da literatura portuguesa e mundial.

Escreveu o seu primeiro poema quando tinha sete anos e dedicou-o à sua mãe:

Eis-me aqui em Portugal
Nas terras onde nasci,
Por muito que goste delas
Ainda gosto mais de ti.



Dicas para exploração:


Em conjunto:



  1. Conversar sobre a capa.


  2. Seleccionar alguns poemas e lê-los em voz alta.


  3. Disponibilizar o livro para leitura individual


  4. Escolher um poema e proceder à sua exploração: leitura, interpretação, ilustração

Criar grupos de trabalho para:




  • a)pesquisa da biografia na Internet;


  • b)procura de rimas;


  • c)descoberta dos heterónimos;


  • d)...

terça-feira, 22 de abril de 2008

A composição escrita

Primeiro planificar

Depois escrever o texto



No final rever para corrigir e melhorar

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Outra dor insignificante


Uma vez eu fui ao hospital com dor de barriga.
Deitei-me na maca do carro dos bombeiros e transportaram-me para o hospital.
Levaram-me para a sala de esperar e depois para a sala médica.
O médico falou com a minha avó e depois os bombeiros levaram-me para a cama e a médica colocou -me soro.
Passei lá a noite . De manhã acordei com o barulho da sirenes, mas o médico fechou a porta . Vi um miúdo que tinha rachado a cabeça e eu pensei: "Coitado daquele miúdo aquilo deve doer mais do que uma simples dor de barriga."
O médico deu-me alta, mas o miúdo ainda lá ficou.
A ambulância levou-me para Carrazeda de Ansiães mudei de ambulância e vim para casa a pensar que aquilo do miúdo é que devia doer muito.

Jorge Augusto Moreno Esteves
16-04-2008
Turma J1 da EB1 Pombal

Uma dor insignificante



Um dia quando eu cheguei da escola, pousei a mochila e fui comer.
Depois ia a cortar morangos, cortei-me, comecei a chorar e a mandar berros.
Depois fui meter, um penso e lembrei-me da minha amiga Susana que veio do Luxemburgo que um dia tinha partido o pé e que ela, de facto, teria muitas mais dores que eu.
E agora só vou chorar quando me magoar a sério…

De: BRUNA…


EB1 de POMBAL - TURMA J1


UM beijo para todos os doentes do
Mundo…

Uma dor insignificante


Um dia 16 de Setembro de 2006, eu, Susana Oliveira Fernandes Santos, parti o pé esquerdo.
Quando fui para o hospital de Bragança pensava sempre que nunca mais ia curar o pé, doía muito.
Enquanto esperava que fosse chamada, via pessoas piores do que eu:
pessoa em camas a levar soro;
pessoas em cadeiras de rodas;
pessoas com ligaduras na cara, nos braços, nas mãos, etc. ;
pessoas com queimaduras graves;
pessoas deficientes.
E vi muitas mais pessoas doentes.
Quando vi que havia pessoas piores do que eu, pensei que a minha dor já era insignificante.



Susana 4ºano Turma J1

EB1 Pombal

segunda-feira, 24 de março de 2008

quinta-feira, 20 de março de 2008

VISITA AO LABORATÓRIO

No dia 14 de Março, que é o Dia da Ciência, a nossa professora disse-nos que íamos visitar o laboratório de Física e Química para assistirmos a algumas experiências, que os senhores professores do 2º e 3º Ciclos tinham preparado para nós.

Ficámos muito contentes com a notícia.

Saímos da nossa sala situada no rés-do-chão do “bloco velho” e dirigimo-nos ao laboratório que fica no “bloco novo” da E.B.2,3/S de Carrazeda.

A primeira experiência que vimos, foi a seguinte: No interior do “bloco novo” puseram um fio preso, nas grades de protecção das varandas do 1º piso. Nesse fio colocaram uma garrafa de plástico, na horizontal, presa com dois arames. Depois um aluno do 10º ano colocou, dentro da garrafa, um líquido. De seguida com um isqueiro chegou fogo, através da rolha, a esse liquido e a garrafa deslizou pelo fio, com uma velocidade tal, que parecia um foguetão.

Depois disto entrámos no laboratório. Cheirava muito mal, cheirava a vinagre mas, lá nos habituámos àquele cheiro tremendo.

Num dos balcões podíamos ver uma experiência onde se faziam bolas saltitonas. Os alunos utilizaram água, vinagre e outros produtos com uns nomes muito estranhos.

Adicionavam esses produtos, em quantidades certas e resultava depois uma massa branca que moldavam formando assim uma bola, que saltava de verdade!



De seguida observámos como um ovo pode passar num recipiente de gargalo comprido em estreito. Colocavam um ovo cozido e descascado na “boca” desse recipiente. O ovo não passava. De seguida puseram dentro do recipiente algodão em chamas o ovo passou isto é, caiu para dentro do recipiente. Porquê? Porque com o calor o ovo mingou.



Isto estava a ficar divertido!


Outra das experiências a que assistimos foi como se faziam “pega-monstros”. Eram feitos com água, cola e um corante verde. Juntavam tudo num copo, mexiam com uma vareta, tiravam do copo, espremiam. O “pega-monstros” estava pronto. ( Esta foi a experiência onde nós mais interagimos e quase todos levamos um “pega-monstros” para casa).






Também vimos outra experiência em que colocavam num recipiente, um líquido cor-de-rosa, juntava-se-lhe um pouco de água e dentro do recipiente dava-se uma reacção e começava a sair de lá muita espuma.

Numa outra experiência, um professor entornou para um recipiente fermento e vinagre depois mexeu. Colocou na abertura do recipiente um balão que por sua vez começou a encher.

Havia outra experiência onde fizemos as nossas impressões digitais. Colocaram um recipiente numa máquina que dava ar quente. Tiravam e pousavam. Num papelinho, colocávamos o nosso dedo, indicador, com muita força. Punham o papelinho no recipiente algum tempo e quando o tiravam tinha lá a nossa impressão digital.

Agora é que vem a melhor. Entrámos numa sala escura. Um professor com uma caixa de peças fez um robô, ou melhor três. Dois deles andavam sem controlo remoto. Um seguia uma linha preta em cima de uma mesa o outro, andava num fio, que tinham colocado de uma parede à outra da sala, junto ao tecto. Este último, parava se puséssemos a mão à frente do sensor e passados 10 segundos começava a andar para o outro lado.

Um aluno mais crescido mostrou-nos outro robô que se colocava no braço e apanhava e pegava em objectos.

















Nessa mesma sala o professor mostrou-nos uma bola com características semelhantes a um ecrã da televisão. Esta bola fazia acender uma lâmpada florescente sem estar ligada a uma ficha eléctrica.



Por último vimos um vulcão em miniatura.

Uma professora deitou limalha de ferro para dentro do vulcão, adicionou-lhe um outro produto.













Mexeu um pouco e então começou a deitar uma espécie de lava incandescente como podemos observar na foto.












Gostámos muito de ir ao laboratório e ver todas aquelas experiências fantásticas.

Foi um dia espectacular!

Adorávamos poder repetir!


Trabalho elaborado pelos alunos do 4º ano de Carrazeda

Turma F

(Colaboração especial: Ana Filipa, Catarina, Joana, José Eduardo, Mafalda, Mariana, Rafaela e Tiago).

sexta-feira, 7 de março de 2008

Nada melhor que depois de uma refeição colher a sobremesa directamente na árvore!
Cruzeiro do Pombal situado na estrada que vai para o S. Lourenço

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Dia dos namorados



Gosto muito de ti
Mas não sei como te dizer
És tão bonita
Que pareces a lua a nascer.

Sonho contigo
Nas noites de luar
Lá és tão linda
Que pareces uma noiva a noivar.

Eu gostava
Que fosses minha namorada
Porque és gentil
E muito delicada.



Pedro Lages
Pólo de Fontelonga








sábado, 23 de fevereiro de 2008

Concurso de desenhos


Hoje no pólo do pombal fizemos um concurso de desenhos.
Os participantes foram os meninos do 4º ano. Os meninos do 3º, 2º e 1º deram uma pontuação de 1 a 10 aos desenhos participantes, sem saberem de quem eram os trabalhos.
De forma coerente o pequeno júri decidiu que o vencedor seria o desenho feito pelo Jorge Esteves que aqui apresentamos.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Ao acaso...

" Se eu estivesse dentro do meu coração, com uma varinha mágica fazia um castelo bem grande, e mais nada... "
Tiago Filipe Ferreira Guerra 1º ano Turma J Pombal

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Banda desenhada

Rafaela (4º Ano Turma F)

Como escrever ... um texto sem repetições

Uma paixoneta

Era de noite, a Ana estava a ver a novela quando de repente, a mãe ordenou:
- Já são dez horas Ana, por isso desliga a televisão e pousa o comando.
A Ana desligou a televisão e pousou o comando na mesinha de cabeceira.
- Ai, ai, estás a magoar-me comando. – Comentou a mesinha de cabeceira. Pois, ela não gostava do comando, mas ele tinha uma paixãozinha por ela e não queria admitir.
O comando murmurou:
- Sempre resmungona, mas eu gosto de ti assim.

Certo dia, o comando, estava no seu escritório a fazer um desenho que dizia:

AMO-TE
MESINHA

Sem o comando dar por isso , a mesinha entrou e viu esse desenho.
- Óh! Que romântico. Também te amo comando! Pensou a mesinha com uma lágrima no olho.
O comando ao vê-la a ler ficou atrapalhado.
- O que estás a fazer? – Interrogou.
- Eu amo-te comando. Queres namorar comigo? Propôs a mesinha.
Claro que sim. És o meu amor. Acrescentou o comando.
Casaram e ficaram muito felizes…

Catarina 4º (Ano Turma F)



A Revista e o livro


Um belo dia encontraram-se o livro e a revista:
- Bom dia livro!
Olha-me esta atrevida – pensou o livro. Quem julgas tu que és para falar para mim, simples e brega revista? Interrogou o livro.
- Deves achar-te muito importante, livro?! - Inquiriu a revista.
- Claro. Não é por acaso que eu sou escolhido pelos mais cultos!
- Pois eu sou requisitada por toda a gente, tenho sempre novidades fresquinhas. - Exclamou a revista.
- Pois, és aperciada da pelos incultos, fica com as tuas intrigas que eu continuo a dedicar-me a transmitir cultura. - Respondeu o livro arrogante, abandonando a conversa.

Tiago (4º Ano Turma F)

O Carnaval



Antigamente ,no Carnaval, as pessoas não se mascaravam como agora! Vestiam roupas velhas (normalmente escuras) e tapavam a cara com lenços e rendas, eram os chamados “caretos”.
Juntavam-se algumas pessoas e passeavam pelas ruas fazendo brincadeiras. À noite iam ver o Pai da Fartura rebentar e lia-se a sentença, que é uma espécie de critica à sociedade, em forma de verso.
Agora é tudo muito diferente: Já se compram os fatos de princesa, super-homem, palhaço, etc. também se usam pinturas e purpurinas para as pessoas se pintarem.
Realizam-se desfiles com os Zíngaros, Escolas de Samba, fogo de artifício e até se deita farinha, ovos água para as outras pessoas.
À noite vê-se o Pai da Fartura rebentar para manter a tradição de antigamente.
Como vêem a diferença é muita e as pessoas divertem-se de maneira diferente.

Mafalda (4º Ano Turma F)