sexta-feira, 27 de março de 2009

O coelho Benjamim

Era uma vez um coelho que andava à procura de ovos e de cenouras.
Mas, em vez de encontrar o que queria encontrou uma galinha!
A galinha estava doente e o coelho levou-a para a sua toca para cuidar dela. O coelho tratou tão bem dela que ficou boa num instante.
Como recompensa, a galinha foi à capoeira buscar alguns ovos.
Depois de lhe dar os ovos indicou-lhe o caminho para uma horta onde havia cenouras muito fresquinhas e tenras .
À noite, na sua toca pensou que o seu dia tinha sido um pouco confuso, mas muito especial. Porque conseguiu o que
queria e ainda ganhou uma amiga .

Texto colectivo / Turma B 1º e 2º ano _ EB1 de Carrazeda de Ansiães

quarta-feira, 25 de março de 2009

A árvore da Primavera - PNEP

O tema era a Primavera. Da oralidade chegou-se às palavras . Cada aluno escreveu uma frase. Por último nasceu o texto:



A Primavera

Na Primavera, a Natureza começa a florir. Eu vejo nas flores do meu jardim. Fica tudo às cores.
As amendoeiras são as primeiras a ficarem cobertas de flores.
As giestas dão maias bonitas e muito coloridas.
As papoilas vermelhas pintam os campos.
As cerejeiras dão cerejas deliciosas, também se comem os morangos.
Alguns pássaros regressam de África.
Eles ficam nos ninhos a chocar os ovos.
Os outros animais também têm os seus filhotes.
As borboletas voam felizes nos jardins.
O lagarto e a cobra saem das tocas, onde estiveram a hibernar.
As andorinhas vêm fazer os ninhos nos beirais.
Na Primavera está tudo a crescer como nós.

Turma A 1º e 2º ano / EB1 de Carrazeda de Ansiães

terça-feira, 24 de março de 2009

Oficina de escrita - As árvores

A leitura da história "Jaime e as Bolotas" foi o ponto de partida para a actividade.


Distribuído um texto informativo, procedeu-se à leitura e ao diálogo sobre a temática. De modo a organizar as ideias e também com o objectivo de aumentar o vocabulário elaborou-se um poster, que as imagens documentam, sobre variados aspectos ligados às árvores.
EB1 do Pombal

segunda-feira, 23 de março de 2009

Aulas pnep - oficinas de escrita

Estando muito próximo o dia do pai a turma B trabalhou no dia 18 de Março o tema "O Pai" na sua 12ª aula do pnep. A actividade consistiu em construir uma "manta de retalhos " . Os retalhos foram as palavras que cada aluno associava ao pai. Depois, cada um fez uma frase com a palavra que o colega do lado disse surgindo mais um retalho. Por último leram-se as frases, melhoram-se e surgiu um texto colectivo (retalho final)que os meninos levaram como presente para o pai acompanhado de belas ilustrações.




Na 11ª aula do pnep os alunos da turma B de Carrazeda de Ansiães construiram uma personagem com base num roteiro. O nome "Xoli" surgiu através da errada ordenação das sílabas da palavra lixo por parte de alguns alunos. Cada um atribui à personagem uma característica resultando um trabalho muito interessante.




Turma B/ 1º e 2º ano _ EB1 de Carrazeda de Ansiães

Dia da árvore


Árvore és muito especial,
Dás-me sombra e calor
Dás-me o oxigénio
Eu vou cuidar de ti com amor.


Árvore querida,
Tu dás-me muita alegria
Abrigas os passarinhos
Que cantam para mim todo dia.



A árvore é uma amiga
Devemos dela cuidar
Dá-nos os frutos deliciosos
Que gostamos de saborear.


Árvore és linda,
Quero-te amar
Pois és tu que me dás
Ar puro para respirar.



Árvore amiga
Estás sempre comigo
Quero dar-te um presente
Cuidar de ti para sempre

Diogo, Telma, Vanessa, Adriana e Adelino

Pólo de Fontelonga

A Estação da Vida

Árvores floridas
Andorinhas chegando
Crianças brincando
E o Sol brilhando.

Com menos roupa vou andar
Na erva verde descansar
Vejo as flores despontar
Ouço os pássaros a chilrear.

Na Páscoa, os folares vou saborear
Beijo a Santa Cruz
E em nossa casa
Recebemos Jesus.

Ao padrinho vou dar
Um ramo bento e colorido
Em troca vou receber
Um folar tão querido.







Adriana Santos
Pólo de Fontelonga


sexta-feira, 20 de março de 2009

Aprender a rimar

Na escola há 7 rapazes
Eles gostam muito de escrever
E as 5 raparigas são catitas
E sabem escrever e ler.

Eu vi um cão
Ele ladrou
Dei-lhe comida
E até saltou.

Rafael 3º Ano


A lua faz o luar
Andar faz-me cantar
Cantar é tão bom
Até me faz sonhar.

Brilhar faz sonhar
Sonhar faz viver
Viver faz cantar
E cantar é renascer.

Inês 3º ano

Tenho uma professora
Que me fica no coração
Ela é tão bonita
E tem muita imaginação.

Fui ao campo ouvir-te cantar
Fui à tua procura
Não te encontrei
E comecei a chorar.

Bruna3º Ano

O urso é grandalhão
E tem cá uma pele!
Mostrei-lhe uma colmeia
E deliciou-se com o mel.

As nossas professoras
Já foram professoras de algum João
Mas nós amamo-las
Do fundo do nosso coração

Fui à floresta
E um coelho vi
Quando cheguei a casa
Acerca dele li.

Luís 4º Ano

A minha professora é limpa
E dá-nos muito carinho
Eu gosto dela
E mando-lhe um beijinho.

Tânia do 2º Ano

Fui ver o Porto
Jogar com o porco
O porco bateu no Porto
E o Porto fugiu do porco.

Nelson 3º Ano

EB1 do Castanheiro do Norte

quarta-feira, 18 de março de 2009

Corre,Corre,Cabacinha













No dia 12 de Março tivemos mais uma aula do ensino do Português. Foi uma aula muito divertida.

Trabalhámos a história "Corre, Corre, Cabacinha".

Vejam alguns dos nossos desenhos.

EB1 do Castanheiro do Norte

terça-feira, 17 de março de 2009

Vamos inventar…


A Primavera

Era uma vez uma menina que se chamava Matilde.
Ela foi passear pelo jardim e viu flores de várias cores, passarinhos a chilrear e algumas árvores com rebentinhos verdinhos.
A Matilde ficou muito contente com a transformação da Natureza.
Afinal tinha chegado a Primavera!

Alunos da turma Z

Aula de Articulação com o Jardim de Infância


" As Cores"

No dia 12 de Março de 2009, tivemos uma aula de articulação com o Jardim-de-infância.
O tema da nossa aula foi as cores. Fizemos misturas com as cores primárias para nos darem as secundárias.
As estações do ano também têm cores. As cores do Inverno são mais pretas e brancas, enquanto as cores da Primavera são mais alegres, já as do Outono são mais castanhas e as do Verão são mais vermelhas e amarelas. Os frutos também mudam de cor, devido ao sol, primeiro ficam verdes, depois as cores transformam-se quando ficam maduros para vermelho e amarelo.
Os animais também mudam de cor; o gafanhoto fica preto e castanho, o polvo, lança um líquido vermelho quando se sente ameaçado, tudo para se livrarem dos predadores.
Nas grandes costas de África existem rãs muito coloridas, é um aviso para os predadores não as comerem, porque são venenosas.
Só a título de curiosidade, algumas casas em África são pintadas de azul porque se acredita que a cor azul afasta moscas e mosquitos.
Eu gostei muito desta aula.

Luís Fernandes
EB1 do Castanheiro do Norte

segunda-feira, 16 de março de 2009

Leitura Solidária

Uma tarde diferente


No dia 6 de Março, fomos novamente ao lar de idosos, dar cumprimento ao nosso projecto: «Leitura Solidária».
Desta vez, levámos a história da vida de Santo António para ler aos velhinhos. A leitura foi feita por vários meninos e os idosos estavam com muita atenção. No final, algumas idosas contaram—nos alguns milagres feitos por Santo António e como o festejavam no seu tempo. Faziam cascatas com vasos de jardim, cantavam, dançavam e saltavam a fogueira.
Em Dezembro, quando fomos a primeira vez, o lar ofereceu-
-nos um lanche, desta vez fomos nós que levámos dois bolos para confraternizarmos com os idosos.
Os velhinhos gostaram muito, estavam muito contentes e nós também ficámos felizes por lhes oferecemos uma tarde diferente. Além disso, também aprendemos muita coisa sobre Santo António.

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Da leitura à escrita




EB1 de Carrazeda de Ansiães - turma B

O texto literário na escola - uma abordagem (PNEP)






Exploração do texto "A que sabe a lua?" de Michael Grejniec da Kalandraka
EB1 Selores

Da imagem ao texto - PNEP




EB1 de Carrazeda Ansiães - turma Z

domingo, 15 de março de 2009

Da leitura à escrita na sala de aula _ PNEP


EB1 de Selores

Texto após investigação sobre a temática do Carnaval - Pnep

O Carnaval

O Carnaval é um período de festas, regidas da Idade Média.
Era o último dia em que se podia comer carne antes da Páscoa.
O Carnaval celebra-se sempre numa Terça-feira, entre Fevereiro e Março.
Antigamente, no Carnaval, as pessoas mascaravam-se e pregavam partidas sem serem reconhecidas.
Actualmente, o Carnaval é feito de desfiles e fantasias. As pessoas também se mascaram, atiram ovos, farinha e água para as outras pessoas.
O Carnaval em Carrazeda ainda tem muita tradição. Os Zíngaros animam o desfile. À noite o «Pai da Fartura» é transportado numa urna por quatro homens e atrás dele vão as carpideiras a chorar e a gritar. No final do cortejo rebenta-se o «Pai da Fartura» para nos libertar de todo o mal que aconteceu no ano anterior.
Os caretos também fazem parte desta tradição. Eles utilizam uma máscara de metal com um nariz saliente. Usam fatos com cores garridas, à cintura levam chocalhos e na mão levam um pau ou cacete.
A festa dos caretos é celebrada em Trás-os-Montes, numa aldeia chamada Podence.
O Carnaval no nosso país ainda tem muita tradição, nomeadamente em: Torres Vedras, Alcobaça, Ovar e muitas mais localidades.
O país que dá mais valor a esta tradição é o Brasil.
Eu gosto muito desta tradição!

Escola EB1 de Selores.
Daniel Ribeiro – 4.º ano

A raposa e o corvo



EB1 da Selores

Recolhas






EB1 de Selores

sábado, 14 de março de 2009









Ditos curiosos

A bom entendedor, meia palavra basta.
Amigo da onça
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Cão que ladra não morde.
Até lá muita água passará por baixo da ponte.
Cair na boca do lobo.
Cada cabeça sua sentença.
Com a faca e o queijo na mão.
Cara de poucos amigos.
Farinha do mesmo saco.
Gato escaldado de água fria tem medo.
Filho de peixe, peixe é.
Faz o bem e não olhes a quem.
Entrar por um ouvido sair pelo outro.
Enquanto o diabo esfrega um olho.
Entre a cruz e a caldeirinha.
Palavras loucas orelhas moucas.



Nuno Mesquita
Rui Pereira


Pólo de Fontelonga


Anedotas


- Pai compra-me um tambor?
- Nem pensar! Ia acabar o meu sossego!
- Mas eu prometo tocar só quando estiveres a dormir…


A senhora professora interroga um aluno que dorme no fundo da sala.
- Alexandre, em que países posso encontrar elefantes?
- A senhora professora perdeu algum?


- Papá consegues assinar às escuras?
- Acho que sim!
- Então vou apagar a luz para assinares o meu teste.



- Sabes, as cenouras fazem bem aos olhos.
-É verdade! Nunca vi um coelho com óculos


- O que preferes colocar em cima de um bolo?
- Os dentes!


Pesquisa de grupo


Pólo de Fontelonga



Opinião



Olá, cá estamos de novo para mostrarmos o nosso trabalho e darmos a nossa opinião sobre a escritora infantil Maria Alberta Menéres.
Achámos a leitura dos seus livros um pouco difícil, mas muito interessante.
No seu livro Ulisses ficámos fascinados com a esperteza de Ulisses, bem como as suas aventuras na Ilha dos Ciclópedes e do cavalo de Tróia.
Também lemos os livros: O Ouriço-Cacheiro Espreitou Três Vezes, Lengalenga do Vento e Histórias do Tempo Vai Tempo Vem.
Além de elaborarmos: resumos, fichas de leitura, também inventámos lengalengas e histórias, inspirados na autora, que iremos partilhar com os leitores.



Pólo de Fontelonga



O Sobreiro abandonado

Era uma vez um sobreiro abandonado, que nunca teve um enxame de abelhas ou esquilos nos seus ramos, por isso sentia-se sozinho e triste.
Via passar andorinhas, gaivotas e pardais, ele pensava que iam pousar nos seus ramos, mas escolhiam sempre outras árvores.
Os ramos do sobreiro tinham inveja delas.
O sobreiro começava a perder a esperança de nos seus ramos pousar um passarito.
Um dia acordou, e para ele tudo mudou na sua vida.
Tinha um ninho de uma pomba nos seus ramos.
Já não tinha inveja das outras árvores e dali em diante nunca mais se sentiu triste.
O sobreiro era agora um novo sobreiro.

João Mesquita



Ninguém precisa de mim

Era uma vez um cedro, que de longe parecia um gigante.
Ele vivia no recreio de uma escola abandonada e velha. Tinha um segredo bem guardado no cimo da sua copa.
Nunca nenhum pássaro tinha feito o ninho nos seus ramos, pois à noite, a escola metia medo e todos os pássaros se iam embora.
Quando o cedro pressentia, que um bando de tordos se aproximava, dizia:
- Venham cá, não vos faço mal.
Mas eles iam para os pinheiros.
Quando viu uma rola voltou a gritar, mas ela foi para o castanheiro.
Passou muito tempo, passaram milhafres, patos bravos, pardais e codornizes, mas como ninguém lhe ligava, ele punha-se a cantar:

Ninguém precisa de mim
Mas eu preciso de alguém
Estou tão triste assim
Quero alguém junto de mim.

Um dia, um periquito muito brincalhão achou o cedro um bom lugar para viver, pois ele tem muito frio no Inverno e as árvores de que ele gostava ficavam despidas até à Primavera, mas o cedro não, pois é uma árvore de folha persistente.
Agora, o cedro é muito mais feliz, todas as noites antes de ir dormir canta:

Agora já precisam de mim
Já não estou sozinho
E durmo sossegadinho…

Adriana Santos







Lengalenga do vento

Andava o senhor vento
Uma noite a soprar
E achou um grilo:
-Senhor vento que força!
E lá foi ele a voar.

Andava o senhor vento
Uma noite pela serra
Encontrou uma cadela:
-Senhor vento que força!
E caiu numa poça.

Andava o senhor vento
No campo a passear
Viu uma papoila:
- Senhor vento que força!
Não me empurre, deixe-me ficar.

Andava o senhor vento
Um dia a nadar
Avistou um barco:
-Senhor vento que bom!
Estava a precisar de navegar.

Rui Pereira


Pólo de Fontelonga











quinta-feira, 12 de março de 2009

palavra puxa palavra - PNEP

... a propósito de uma ilustração de um poema de Leonel Neves


A menina e o balão

A menina dos olhos verdes
Verdes como a varanda
Varanda com ferros e alta
Alta como a chuva
Chuva azul e bonita
Bonita como o vestido
Vestido cor-de-rosa
Cor-de-rosa como o balão
Balão que voa para o alto
Alto como céuCéu com nuvens azuis.
Romana – Turma Z


O balão azul

O menino da camisola de cor – de – rosa
Rosa como uma flor
Flor que voa
Voa até ao céu
Céu azul
Azul como o balão
Balão fugiu
Fugiu para o ar
Ar para visitar as nuvens
Nuvens que andavam a passear
Passear o balão do menino
Daniela Marisa turma Z


Em seguida leu-se o poema:

Menino na varanda

O menino brincava na varanda
tão pequenina como uma gaveta.
Dando guita ao balão, dizia: -Anda,
vai ver aquela nuvenzinha preta!

À nuvenzinha foi pouco depois,
soltando-se, o balão, subindo a pino.
E começaram a chorar os dois:
a nuvenzinha preta e o menino.

O choro e a chuva foram-no molhando.
Vendo-o, disse-lhe a mãe: -Que estás olhando
aí à chuva? E o balão que tinhas?

Foi então que o menino respondeu:
_ O meu balão fugiu...mas,lá do céu,
está chorando com saudades minhas.

“O menino e as estrelas”, Leonel Neves