domingo, 27 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Inauguração da Biblioteca Escolar
A Biblioteca Escolar foi inaugurada no dia 3 de Dezembro de 2009. Estiveram presentes vários convidados, entre os quais os Coordenadores dos diversos Departamentos da escola, a Coordenadora Interconcelhia que esteve também a representar a RBE, a Dra. Carla que esteve a representar o Ministério da Educação, os Directores dos Agrupamento de Torre de Moncorvo e de Carvalhais, o Presidente da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães, o Presidente da Junta de Freguesia, a Coordenadora da Biblioteca Municipal, entre outras pessoas que estão ligadas à Escola e quiseram estar presentes. Uma palavra de agradecimento a todos e um abraço especial à Direcção da Escola, aos docentes e não docentes e alunos que comemoraram connosco este dia tão especial.
A todos, um grande obrigada pelo elo de ligação que mantêm com esta Biblioteca.
Uma palavra também de agradecimento a todos os alunos que participaram na Inauguração da BE com o concerto musical. Parabéns aos alunos e à professora Adélia Santos que os orientou. Um bem-haja a todos!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Pombal contra a Gripe A
Os alunos do 1º ciclo do Pombal ouviram com muita atenção uma história que ensinava como evitar a Gripe A. O coordenador do PNEP - José Mesquita, as coordenadoras do 1º ciclo - Amélia Santos, Pré-Escolar - Fátima Cardoso e a coordenadora da biblioteca escolar participaram na leitura e no fim até se cantou uma canção. Foi muito giro!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Uma ideia
O projecto “Conto e acrescenta um ponto” visitou a nossa escola.
Na primeira visita leram-nos uma história: “O Nuno escapa à gripe A” escrita pela escritora Isabel Alçada.
Era uma história interessante, informativa e actual.
Aprendemos os cuidados que devemos ter para não apanhar o vírus H1N1, nem o transmitir.
Na segunda sessão exploramos a espectacular história: “Uns óculos para a Rita” escrita pela escritora infantil Luísa Ducla Soares.
Com a história da Rita concluímos que devemos fazer a prevenção à nossa visão e não podemos criticar os outros se são diferentes. Também nos mostrou que devemos proteger os animais.
Gostamos do vosso projecto e esperamos ansiosos pela nova história.
Inspirados na história da Rita inventámos histórias.
Pólo de Fontelonga
domingo, 15 de novembro de 2009

O castanheiro idoso
No dia de S. Martinho meninos e professores foram à procura de castanhas.
Encontraram um castanheiro idoso que dizia:
- Já sou muito velho, não consigo aguentar com estes ouriços.
Podem - me tirar os ouriços que estiverem secos.
Todos juntos começaram a apanhar as castanhas.
Elas brilhavam com tanta luz, que os professores disseram aos meninos para despejarem o balde num montinho e foram apanhar mais.
Apanharam tantas castanhas, que o castanheiro ficou tão leve, tão contente, que até pediu para fazerem o magusto no caminho onde ele os pudesse ver.
Um senhor que por ali passava, emprestou o isqueiro à professora.
Acenderam uma fogueira e deliciaram-se com as castanhas.
Até o castanheiro provou.
No final apagaram muito bem a fogueira para evitar incêndios.
Rui Pereira
No dia de S. Martinho meninos e professores foram à procura de castanhas.
Encontraram um castanheiro idoso que dizia:
- Já sou muito velho, não consigo aguentar com estes ouriços.
Podem - me tirar os ouriços que estiverem secos.
Todos juntos começaram a apanhar as castanhas.
Elas brilhavam com tanta luz, que os professores disseram aos meninos para despejarem o balde num montinho e foram apanhar mais.
Apanharam tantas castanhas, que o castanheiro ficou tão leve, tão contente, que até pediu para fazerem o magusto no caminho onde ele os pudesse ver.
Um senhor que por ali passava, emprestou o isqueiro à professora.
Acenderam uma fogueira e deliciaram-se com as castanhas.
Até o castanheiro provou.
No final apagaram muito bem a fogueira para evitar incêndios.
Rui Pereira
Pólo de Fontelonga
As castanhas
S. Martinho
a espreitar
Acende uma fogueira
e vem festejar.
Hoje há festa na escola
Vamos cantar e brincar
Bailar à volta da fogueira
Castanhas vamos provar.
As castanhas
Eu vou assar.
Comer, cantar e dançar.
É tão bom festejar.
No dia de S. Martinho
Fazemos o magusto
E saltamos a fogueira.
Mas que bela brincadeira.
Soraia, Cristiana
Pólo de Fontelonga
S. Martinho
a espreitar
Acende uma fogueira
e vem festejar.
Hoje há festa na escola
Vamos cantar e brincar
Bailar à volta da fogueira
Castanhas vamos provar.
As castanhas
Eu vou assar.
Comer, cantar e dançar.
É tão bom festejar.
No dia de S. Martinho
Fazemos o magusto
E saltamos a fogueira.
Mas que bela brincadeira.
Soraia, Cristiana
Pólo de Fontelonga
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Mais um ano...
Estamos quase a terminar a 2ª semana de aulas. Pela frente temos muitas horas de estudo, aprendizagens, experências, conversas e claro, grandes brincadeiras....
A todos os que participam e visitam este blog, fica este belo poema de Miguel Torga, como mensagem de boas vindas :-),
Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar
E vendo,
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com a lucidez, te reconheças.
Miguel Torga
A todos os que participam e visitam este blog, fica este belo poema de Miguel Torga, como mensagem de boas vindas :-),
Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar
E vendo,
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com a lucidez, te reconheças.
Miguel Torga
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
ler é crescer
Ler é crescer
Durante o 3º período, os alunos do Pólo de Fontelonga pesquisaram a vida e obra do escritor António Torrado.
Eram histórias com aventuras espectaculares e com um vocabulário muito rico e variado.
Gostámos muito de ler os seguintes livros: A Pena de Ouro, Ler, Ouvir e Contar, bem como algumas Histórias do Dia.
Inspirados no autor escrevemos resumos, inventámos e concluímos histórias.
Ler é sonhar, ler é aprender e tudo isso nos faz crescer.
Pólo de Fontelonga
O Conto do Espertalhão
Era uma vez dois amigos, um chamava-se António e o outro Fernando.
Eles tinham uma grande diferença, o António era burro, mas o Fernando era espertalhão.
Um dia, Fernando pediu-lhe para o ir ajudar a semear batatas, pagava-lhe a jeira e comia lá em casa.
Quando terminou a sementeira Fernando disse-lhe:
- Agora já te podes ir embora, não preciso mais de ti.
- António exclamou:
- Tu disseste que eu comia cá e me pagavas!
- Disse lá agora – exclamou o Fernando. – Tu deves estar a sonhar!
António foi para casa muito triste, com a barriga a dar horas e sem dinheiro.
Passados alguns dias Fernando e a mulher foram à feira e encontram o amigo António. Fernando como não tinha dinheiro pediu-lhe se lhe podia emprestar algum, que depois pagava com juros.
António emprestou-lhe o dinheiro.
Passaram – se meses, nem o dinheiro, nem o amigo apareciam. Então António foi a casa do Fernando e disse-lhe:
- Agora quero o meu dinheiro de volta.
- Fernando respondeu:
- Que dinheiro! Eu não te estou a dever nada, vai-te embora!
- Isto não fica assim, amanhã venho com a Guarda.
No dia seguinte, quando António chegou com a Guarda, o amigo pediu-lhe desculpa e devolveu-lhe o dinheiro.
Logo a seguir compraram um rebanho de cabras a meias.
Paulo Mesquita
Pólo de Fontelonga

O lagarto Luís
Um dia o lagarto Luís ia a passar numa floresta e viu um cacho de uvas.
Ficou sorridente, mas passou por ali o carro do Presidente e quando ia comer o cacho, este tinha desaparecido.
O lagarto ficou chateado e foi queixar-se ao Presidente.
Pela floresta duas coisas apareceram, um comboio e uma árvore que estavam à sua frente, mas não queriam sair, então ele comeu -as.
Quando lá chegou pediu:
- O meu cacho de uvas? Dê-mo já!
O Presidente ordenou que o prendessem e que nunca mais aparecesse.
O lagarto Luís deitou cá para fora o comboio e a estação, que fez partir os ferros da prisão.
Voltou ao Presidente e gritou:
- O meu cacho de uvas? Dê-mo já!
O Presidente ordenou que o matassem e se livrassem dele.
O lagarto Luís deitou cá para fora o pinheiro, que matou os guardas.
Voltou ao Presidente e gritou:
-O meu cacho de uvas? Dê-mo já!
Então o Presidente sem saber o que fazer ordenou que dessem o cacho de uvas ao lagarto Luís e ele gritou:
-O meu cacho de uvas
Já o tenho aqui.
E nunca mais o viram por ali.
Rui Pereira
Pólo de Fontelonga

O País Infeliz
Há muito, muito tempo, quando as flores ainda tinham cor, o governador do País Infeliz não deixava ninguém reclamar as suas ordens, mandava-as para a prisão ou tinham que sair do país.
As flores, sempre infelizes, iam perdendo as suas belas cores, ficando pretas.
Elas se viam alguém desconhecido na rua, fugiam para casa para não lhes acontecer o mesmo que às outras flores.
Na prisão arrancavam-lhes as pétalas, ou então batiam-lhes.
As meninas flores não podiam usar calças, nem minissaias, nem andar sem meias.
Os jovens flores eram mandados para a guerra, alguns morriam lá, outros vinham desfolhados.
No recreio da escola, os rapazes flores eram separados das raparigas por muros, e estudavam em escolas diferentes.
Por todos os lados, havia flores polícias, mas dos que nos andam a vigiar e até adivinham os nossos pensamentos.
Todos perguntavam como seria a liberdade, mas como sofriam tanto com a ditadura, a liberdade seria: falar, correr de saia curta, de calças, sem meias e de mãos dadas.
As flores estavam pretas por não terem liberdade.
Um dia os militares flores reuniram-se para mandar embora o governador.
As mulheres flores, para não haver sangue, colocaram cravos nas espingardas dos militares, acabando assim a infelicidade no País Infeliz, que hoje se chama Portugal.
Agora a vida é melhor, todas as flores andam e falam como querem, com quem querem e até já têm as mesmas cores de antigamente.
Porém a crise económica que atinge o Mundo, está a deixar sem Liberdade muita gente.
Adriana Santos
Pólo de Fontelonga

Liberdade
O 25 de Abril
É dia da liberdade
Podemos falar e brincar,
Com amor e felicidade.
Dia 25 de Abril
Comemora-se a liberdade
Um futuro bem melhor
Queremos com igualdade
Dia da liberdade
É um dia bem alegre
Viva o 25 de Abril
Que é um dia célebre.
Adelino Gama
Pólo de Fontelonga
Durante o 3º período, os alunos do Pólo de Fontelonga pesquisaram a vida e obra do escritor António Torrado.
Eram histórias com aventuras espectaculares e com um vocabulário muito rico e variado.
Gostámos muito de ler os seguintes livros: A Pena de Ouro, Ler, Ouvir e Contar, bem como algumas Histórias do Dia.
Inspirados no autor escrevemos resumos, inventámos e concluímos histórias.
Ler é sonhar, ler é aprender e tudo isso nos faz crescer.
Pólo de Fontelonga
O Conto do Espertalhão
Era uma vez dois amigos, um chamava-se António e o outro Fernando.
Eles tinham uma grande diferença, o António era burro, mas o Fernando era espertalhão.
Um dia, Fernando pediu-lhe para o ir ajudar a semear batatas, pagava-lhe a jeira e comia lá em casa.
Quando terminou a sementeira Fernando disse-lhe:
- Agora já te podes ir embora, não preciso mais de ti.
- António exclamou:
- Tu disseste que eu comia cá e me pagavas!
- Disse lá agora – exclamou o Fernando. – Tu deves estar a sonhar!
António foi para casa muito triste, com a barriga a dar horas e sem dinheiro.
Passados alguns dias Fernando e a mulher foram à feira e encontram o amigo António. Fernando como não tinha dinheiro pediu-lhe se lhe podia emprestar algum, que depois pagava com juros.
António emprestou-lhe o dinheiro.
Passaram – se meses, nem o dinheiro, nem o amigo apareciam. Então António foi a casa do Fernando e disse-lhe:
- Agora quero o meu dinheiro de volta.
- Fernando respondeu:
- Que dinheiro! Eu não te estou a dever nada, vai-te embora!
- Isto não fica assim, amanhã venho com a Guarda.
No dia seguinte, quando António chegou com a Guarda, o amigo pediu-lhe desculpa e devolveu-lhe o dinheiro.
Logo a seguir compraram um rebanho de cabras a meias.
Paulo Mesquita
Pólo de Fontelonga

O lagarto Luís
Um dia o lagarto Luís ia a passar numa floresta e viu um cacho de uvas.
Ficou sorridente, mas passou por ali o carro do Presidente e quando ia comer o cacho, este tinha desaparecido.
O lagarto ficou chateado e foi queixar-se ao Presidente.
Pela floresta duas coisas apareceram, um comboio e uma árvore que estavam à sua frente, mas não queriam sair, então ele comeu -as.
Quando lá chegou pediu:
- O meu cacho de uvas? Dê-mo já!
O Presidente ordenou que o prendessem e que nunca mais aparecesse.
O lagarto Luís deitou cá para fora o comboio e a estação, que fez partir os ferros da prisão.
Voltou ao Presidente e gritou:
- O meu cacho de uvas? Dê-mo já!
O Presidente ordenou que o matassem e se livrassem dele.
O lagarto Luís deitou cá para fora o pinheiro, que matou os guardas.
Voltou ao Presidente e gritou:
-O meu cacho de uvas? Dê-mo já!
Então o Presidente sem saber o que fazer ordenou que dessem o cacho de uvas ao lagarto Luís e ele gritou:
-O meu cacho de uvas
Já o tenho aqui.
E nunca mais o viram por ali.
Rui Pereira
Pólo de Fontelonga

O País Infeliz
Há muito, muito tempo, quando as flores ainda tinham cor, o governador do País Infeliz não deixava ninguém reclamar as suas ordens, mandava-as para a prisão ou tinham que sair do país.
As flores, sempre infelizes, iam perdendo as suas belas cores, ficando pretas.
Elas se viam alguém desconhecido na rua, fugiam para casa para não lhes acontecer o mesmo que às outras flores.
Na prisão arrancavam-lhes as pétalas, ou então batiam-lhes.
As meninas flores não podiam usar calças, nem minissaias, nem andar sem meias.
Os jovens flores eram mandados para a guerra, alguns morriam lá, outros vinham desfolhados.
No recreio da escola, os rapazes flores eram separados das raparigas por muros, e estudavam em escolas diferentes.
Por todos os lados, havia flores polícias, mas dos que nos andam a vigiar e até adivinham os nossos pensamentos.
Todos perguntavam como seria a liberdade, mas como sofriam tanto com a ditadura, a liberdade seria: falar, correr de saia curta, de calças, sem meias e de mãos dadas.
As flores estavam pretas por não terem liberdade.
Um dia os militares flores reuniram-se para mandar embora o governador.
As mulheres flores, para não haver sangue, colocaram cravos nas espingardas dos militares, acabando assim a infelicidade no País Infeliz, que hoje se chama Portugal.
Agora a vida é melhor, todas as flores andam e falam como querem, com quem querem e até já têm as mesmas cores de antigamente.
Porém a crise económica que atinge o Mundo, está a deixar sem Liberdade muita gente.
Adriana Santos
Pólo de Fontelonga

Liberdade
O 25 de Abril
É dia da liberdade
Podemos falar e brincar,
Com amor e felicidade.
Dia 25 de Abril
Comemora-se a liberdade
Um futuro bem melhor
Queremos com igualdade
Dia da liberdade
É um dia bem alegre
Viva o 25 de Abril
Que é um dia célebre.
Adelino Gama
Pólo de Fontelonga
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Visita ao zoo da Maia
No dia 1 às 7 e meia partimos de Carrazeda Ansiães com destino ao zoo da Maia .
Parámos no café do Marão para comermos o lanche da manhã.Chegámos ao zoo às 11 e meia .
Logo que chegámos fomos ver os animais . Havia lá cobras, um hipopótamo, um crocodilo, morcegos e muitos mais.Depois de ver os animais fomos dar uma volta de comboio.
Quando saímos do comboio fomos almoçar. O almoço foi sopa e massa com carne picada.A sobremesa foi um gelado.
Quando acabámos de almoçar fomos ver o show da foca. Ela fez muitas habilidades engraçadas. Da que gostei mais foi do jogo de handball.
Quando saímos do zoo regressámos a Carrazeda . Gostei muito desta visita.
Tiago Castro 2º ano / Turma B
terça-feira, 2 de junho de 2009

A Este texto vai de encontro à Formação do Pnep.
A construção de textos pode partir da leitura de histórias.
A princesa da Chuva
Era uma vez um rei e uma rainha que tiveram uma filha e deram-lhe o nome de Princelinda.
O rei e a rainha queriam que a sua filha fosse fadada por três fadas e para isso prometeram uma recompensa.
A rainha mandou por um anúncio no jornal.
No outro dia apareceram três fadas, fadaram logo a Princelinda.
A primeira fada disse que lhe ia dar o dom da beleza, a segunda o dom da bondade e a terceira, quando a ia fadar a princesa fez chichi. A fada ficou tão zangada e por isso fadou-a com o dom da chuva.
Mal disse aquilo a chuva começou logo a cair constantemente a ponto de ficar tudo inundado.
As fadas queriam a recompensa prometida pelo rei, a primeira queria a carruagem real, mas o rei disse-lhe que não lha poderia dar, mas como palavra de rei não volta atrás deu-lha. A segunda queria as jóias da rainha. A rainha pensou…, então como iria para as grandes salas de banquetes…, mas como palavra de rainha não pode voltar atrás deu-lhe as jóias. A terceira queria todo o dinheiro do reino e o rei deu-lho.
A princesa pensou que tudo isso era por culpa dela e por isso fugiu para o deserto pois pensou ser útil.
Quando lá chegou formaram-se grandes oásis. A princesa foi descansar à capital e ouviu meninos a pedir ajudar, pois o castelo estava a arder.
A princesa pegou no cavalo e foi ao castelo. Quando lá chegou a chuva começou a cair e o incêndio apagou-se. O rei e a rainha ficaram contentes por a filha ter voltado.
Elaborado pelo Rafael Marques do Pólo do Castanheiro do Norte
A construção de textos pode partir da leitura de histórias.
A princesa da Chuva
Era uma vez um rei e uma rainha que tiveram uma filha e deram-lhe o nome de Princelinda.
O rei e a rainha queriam que a sua filha fosse fadada por três fadas e para isso prometeram uma recompensa.
A rainha mandou por um anúncio no jornal.
No outro dia apareceram três fadas, fadaram logo a Princelinda.
A primeira fada disse que lhe ia dar o dom da beleza, a segunda o dom da bondade e a terceira, quando a ia fadar a princesa fez chichi. A fada ficou tão zangada e por isso fadou-a com o dom da chuva.
Mal disse aquilo a chuva começou logo a cair constantemente a ponto de ficar tudo inundado.
As fadas queriam a recompensa prometida pelo rei, a primeira queria a carruagem real, mas o rei disse-lhe que não lha poderia dar, mas como palavra de rei não volta atrás deu-lha. A segunda queria as jóias da rainha. A rainha pensou…, então como iria para as grandes salas de banquetes…, mas como palavra de rainha não pode voltar atrás deu-lhe as jóias. A terceira queria todo o dinheiro do reino e o rei deu-lho.
A princesa pensou que tudo isso era por culpa dela e por isso fugiu para o deserto pois pensou ser útil.
Quando lá chegou formaram-se grandes oásis. A princesa foi descansar à capital e ouviu meninos a pedir ajudar, pois o castelo estava a arder.
A princesa pegou no cavalo e foi ao castelo. Quando lá chegou a chuva começou a cair e o incêndio apagou-se. O rei e a rainha ficaram contentes por a filha ter voltado.
Elaborado pelo Rafael Marques do Pólo do Castanheiro do Norte
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Última aula PNEP na turma B
Na última aula do PNEP fizemos uma actividade com os nossos nomes e com rimas.


A professora deu-nos um envelope com muitas letras lá dentro. Com elas escrevemos os nossos nomes próprios e apelidos num cartão.
Fizemos este tipo de actividade porque veio um professor novo assistir à nossa aula. Depois de termos feito a nossa apresentação ao professor Carlos, recebemos outro envelope que tinha lá dentro uma rima. Cada um de nós leu a rima e tentámos descobrir a que colega pertencia. Com os nossos nomes e as rimas construímos uma lengalenga acerca da turma.
Quando acabámos a actividade oferecemos um livro que nós fizemos ao professor Zé.
Gostámos muito desta última aula porque esteve connosco um professor novo, e fizemos uma lengalenga sobre nós.
Texto colectivo 2º ano Turma B
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Antecipação do conteúdo da história: o sapo apaixonado

O sapo está apaixonado. Ele está a pensar, muito triste.
Encontrou um porco e contou-lhe que não sabia o que fazer. O suíno não o pode ajudar.
Depois viu o coelho e pediu-lhe também ajuda. O coelho aconselhou o sapo a dar um poema á sua apaixonada. O sapo ficou alegre que até saltou.
Com o salto assustou o porco e fez cair o pássaro. O sapo contou o poema ao porco.
Ele fez um desenho e foi dá-lo á namorada que era uma pata. Levou-lhe também um ramo de flores, que ela gostou muito.
O sapo tinha-a convidado para almoçar, mas ela não veio.
Nessa noite, ele não conseguiu dormir.
Começou á saltar para dar nas vistas. Tanto saltou que caiu.
A pata levou-o para casa a tomar o chá.Foram os dois dar um passeio e viveram felizes para sempre.
Postado por EB1 Castanheiro do Norte
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